Estratégia, marca e relacionamento.
Sócio-fundador da amano casa criativa, responsável por estratégia e criatividade. Ex-CEO do LIDE Paraná, ex-diretor executivo da Paraná Business e ex-publisher da TOPVIEW.

Trabalha no encontro entre estratégia, comunicação, negócios, conteúdo e relações. Sua especialidade é transformar ideias em plataformas e relacionamento em oportunidade.
Ao longo da carreira, aprendeu a olhar para marcas não pelo que comunicam, mas pelo lugar que conseguem ocupar na vida das pessoas. E para relacionamentos não como agenda de contatos, mas como matéria-prima para construir projetos, ideias e negócios.
Foi CEO do LIDE Paraná, organização dedicada à conexão entre lideranças e empresas do estado, à frente da operação executiva e da construção de uma agenda permanente de conteúdo, experiências, relacionamento e desenvolvimento de negócios.
Foi também diretor executivo da Paraná Business, à frente da criação da Casa Paraná Business | PUCPR, sede física do LIDE Paraná num palacete histórico de mais de mil metros quadrados no centro de Curitiba, inaugurada em abril de 2026 em parceria com a PUC do Paraná.
Antes disso, foi diretor corporativo de produto, conteúdo e convergência do Grupo RIC, com atuação nas operações de televisão, rádio e digital, e publisher da TOPVIEW. Na Gazeta do Povo, atuou como gerente de negócios digitais e multiplataforma.
Em amano, sua vocação é estratégia e criatividade. Responde pela direção de OFÍCIO — amano, amano — CONEXÕES e ESSÊNCIA — amano, e pelo posicionamento, pelo modelo de negócio e pelas parcerias da casa.
a direção da casaO que Marcus publicou.
Cada artigo traz a data da última revisão. Quando um número muda, o artigo muda junto.

O termo boutique não existe na lei brasileira nem nas marcas registradas dos três maiores grupos hoteleiros. O que existe é contrato, padrão e uma conta difícil de fechar.

O que é sinal fraco, como distinguir sinal de ruído com um teste que você pode aplicar sozinho, e por que previsão de tendência erra com tanta regularidade.

A escassez digital do luxo é um mito confortável. Os arquivamentos públicos mostram gasto e canal crescendo. O que muda de lugar é o controle: canal proprietário contra canal de plataforma.

Marcas de mobiliário e de material de construção vendem para quem especifica e para quem paga. O que o dado do IBGE, os 10-K das fabricantes abertas e o código de ética do CAU dizem sobre esse conflito.

Como saber se o problema é de marca antes de contratar alguém para resolvê-lo, e, se for, se é de identidade ou de posicionamento. Com Wipo, IBGE, SEC e NBER.

A frota náutica brasileira de lazer é registrada pela Marinha e não é divulgada em série pública. O que resta para dimensionar o setor é comércio exterior, cadastro de empresas do IBGE e balanço de fabricante listado.

O Brasil declarou 8.855.395 relógios de pulso importados em 2025, a US$ 14,80 de média. Só 16.481 eram suíços de corda automática. O que os números mostram sobre canal, preço e a tese de classe de ativo.

Ninguém compra o segundo relógio sozinho é afirmação sem dado público. Verificável é outra coisa: a definição de colecionar, o efeito do grupo sobre bens duráveis e onde a receita de relação aparece no balanço.

O excesso de tela criou demanda por presença física. O que os dados de Ofcom, Pew, Cetic.br, UFI e Ubrafe sustentam, e os dois números famosos do tema que não resistem à checagem.

O design da região ganhou museu, leilão e curadoria própria na última década. O comércio exterior conta outra história: US$ 8 bilhões de bens criativos em 2022, contra US$ 713 bilhões no mundo.

Firjan e IBGE medem a economia criativa brasileira e chegam a direções opostas. O que cada instituição conta, por que PIB e faturamento não são sinônimos, e o que de fato cresceu entre 2004 e 2023.

O espaço deixou de ser ponto de venda e virou canal da marca. O que muda na conta, quem é a audiência real e por que tratar showroom como mídia sem medir retorno sai caro.

A riqueza brasileira fora das capitais existe e é mensurável, mas não está se movendo na velocidade que o mercado imagina. O que o dado municipal sustenta, e o que ele não sustenta.

Curadoria virou palavra para qualquer seleção. O artigo delimita o termo, separa curadoria de recomendação algorítmica e de sortimento, e mostra o que o mercado paga quando paga pela escolha de outro.

O Brasil registrou 67 bens imateriais no Iphan e 164 indicações geográficas no INPI. Em 2025 exportou US$ 359,9 mil em cestaria e importou US$ 16 milhões. A distância entre reconhecimento e receita.

Metade dos bens declarados no Brasil pertence a quem não mora em capital. O que esse comprador tem, como decide e por que o modelo de atendimento das marcas de alto padrão não chega até ele.

A tiragem de jornal caiu 72% em seis anos e o impresso ainda responde por 91% da receita das editoras de livro. São três mercados diferentes com o mesmo nome, e um deles não tem série estatística.

O artesanato brasileiro entrou no circuito de galeria e leilão. O que muda no preço, quem fica com a margem, o que a lei ainda não protege e o número de R$ 50 bilhões que não resiste à checagem.

Os experimentos controlados sobre IA e produtividade mostram um achado incômodo: o ganho se concentra em quem entregava menos. O que isso faz com o preço do trabalho criativo, e como usar IA sem virar a média.

Quem recebe, o que se oferece primeiro, o que se lembra da última visita e como se despede. Hospitalidade como sistema operacional de marca, com dados do IBGE, do FOHB e de três balanços auditados.

Uma definição do termo, a separação entre AI Overview, chatbot com busca ao vivo e treinamento de modelo, e um guia do que publicar para ser citado. Com os números do único experimento acadêmico do assunto.

O IBGE mede o uso do tempo no Brasil e o resultado desmonta a versão fácil da tese: o tempo livre é desigual por sexo antes de ser desigual por renda. O que isso muda para quem promete devolver tempo.

Dez por cento das pessoas já usam chatbots de IA para notícia a cada semana, e só quatro por cento clicam na fonte. O que isso faz com uma marca que era descoberta por navegação, e por que a busca tradicional não morreu.

Os dois termos são tratados como sinônimos e não são. Um muda o código de reconhecimento do objeto. O outro muda o que está sendo vendido. Um quadro comparativo e o que os balanços das casas de luxo mostram.

Um artigo sobre decisão de projeto e cadeia de suprimento. O que muda quando um escritório troca material importado por pedra e madeira brasileiras, e por que o dado ainda não confirma a substituição.

Como funciona um clube por convite, por que a restrição de entrada produz confiança e onde o modelo quebra, segundo os arquivamentos da única grande empresa de clubes que já teve ação em bolsa.

O que muda quando uma empresa decide narrar o próprio território. Os 34 nomes brasileiros contra os 346 europeus, o café que sai verde e a companhia que declara o próprio vale como fator de risco.

Um comparativo de agência, consultoria e casa criativa escrito do ponto de vista de quem contrata: modelos de remuneração, subcontratação medida pelo IBGE e o checklist antes de assinar.

O escritório de arquitetura é uma marca que se recusa a agir como tal. Antes de culpar a falta de branding pelo honorário, o dado do IBGE e do Censo do CAU aponta para fragmentação, oferta e preço ancorado.

O McKinsey Design Index e o dmi:Design Value Index são correlações produzidas por quem vende design. O que uma empresa consegue acompanhar está noutro lugar: numa linha de despesa nomeada e num registro com data.

Método operacional do encontro por convite: como montar a lista por afinidade em vez de hierarquia, o que se pergunta na mesa, quanto custa por decisor e os cinco indicadores que a empresa mede sozinha.

O que as demonstrações auditadas de quatorze incorporadoras brasileiras de capital aberto revelam sobre posicionamento, preço por metro quadrado e distrato no mercado de alto padrão.

O que a Pesquisa de Inovação do IBGE revela sobre o que de fato trava a inovação na empresa brasileira, o que a literatura mede sobre segurança psicológica e seis decisões de direção.

O que a Pesquisa Anual de Serviços do IBGE e os balanços de redes listadas na SEC mostram sobre onde a marca entra na conta de um restaurante, e o que acontece com ela quando depende de uma pessoa só.

Por que informação documentada sobre um objeto muda o que a pessoa aceita pagar por ele, o que o experimento Significant Objects prova e o que ele não prova, e cinco testes para a narrativa de uma marca.

Por que capital relacional é ativo gerenciável e não networking: a evidência sobre laços fracos, o que entra e o que não entra no registro de pessoas, e a base legal exigida pela LGPD.

O stand de vendas não morreu: ficou insuficiente. A despesa para vender subiu de 7,31% para 8,87% da receita no médio e alto padrão, e as unidades vendidas caíram 19,54%.

Como o trabalho criativo se organiza por dentro: as fases do Double Diamond, a evidência medida de que gerar alternativas em paralelo funciona melhor, e o mecanismo que faz mudar o escopo custar caro.

O gasto migrou do bem para o acontecimento, mas o bolo não cresceu: mudou a ordem de prioridade dentro dele. Os números do Brasil e as três ressalvas que quase ninguém faz.

A definição da categoria, com número: por que o termo precisou existir, o que uma casa faz que um fornecedor não faz, e os cinco sinais que separam uma da outra.

O valor saiu do objeto e foi morar no acesso. O que os números de 2025 mostram e por que o deslocamento favorece quem produz no Brasil.
Toda leitura pode virar conversa.
A amano trabalha com marcas que precisam construir critério em público, não apenas campanha.
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