
A produtora de eventos da casa.
Concepção e produção integral de experiências para marcas. Jantares curatoriais, ateliês, percursos e retiros, do conceito à operação de sala.
O encontro presencial virou o canal mais eficaz que existe.
Enquanto o custo da atenção digital subia e a confiança na publicidade caía, a experiência presencial fez o caminho inverso. Deixou de ser linha secundária de orçamento e passou a ocupar o centro da estratégia de marca.
O motivo é simples e difícil de replicar: presença não se pula, não se bloqueia e não se terceiriza para um algoritmo. Quem esteve na sala lembra.
Um comparativo ajuda a dimensionar: o custo por contato qualificado gerado em ambiente presencial é significativamente menor do que o de prospecção fria, além de produzir relação e não apenas registro.
A produtora de eventos da casa.
VIVER — amano é a produtora de eventos para terceiros de amano casa criativa, e também a plataforma onde a filosofia da casa ganha forma de experiência.
Isso significa que não apenas concebemos o encontro. Assumimos a execução integral: curadoria, cenografia, fornecedores, hospitalidade, logística, operação de sala e registro. A marca contrata um resultado, não um conceito para produzir depois.
Atendemos marcas de qualquer segmento que busquem memorabilidade, reputação e consequência comercial, em experiências únicas ou em programas seriados. Sempre em formato pequeno: entre 6 e 20 pessoas na maior parte dos encontros, porque é essa a escala em que uma conversa realmente acontece.
O repertório é organizado em famílias, cada uma com tipologias definidas. Toda experiência começa em uma delas e pode ser combinada ou desenhada sob medida a partir daí.
Experiências à mesa com serviço gastronômico curado, condução narrativa e protocolo de hospitalidade.
Experiências de ofício conduzidas por artistas e mestres convidados, em que o convidado faz e não apenas assiste.
Experiências de deslocamento, com curadoria de lugares, anfitriões e paradas sensoriais ao longo do trajeto.
Experiências de duração estendida, com programação de práticas, alimentação conduzida e ritmo desacelerado.
Cada tipologia pode ser executada em três intensidades. A escolha define duração, produção e investimento. A capacidade, não: ela é sempre pequena, em qualquer intensidade.
A escala é decisão curatorial, não limitação operacional. O ponto ideal fica entre 6 e 20 pessoas, onde uma conversa ainda acontece em volta de uma mesa só. Trinta já exige desenho especial de sala e condução para não fragmentar. Cinquenta é o teto absoluto, reservado a momentos raros. Acima disso, não é o nosso trabalho: vira evento, e evento a gente não faz.
O lugar é parte do argumento.
A experiência pode acontecer em ambiente parceiro com estética compatível, fora da cidade, em deslocamento ou em outro país. A escolha do cenário não é logística, é decisão curatorial: ela determina o que o encontro consegue dizer.
Ambientes fechados com estética alinhada, próprios ou de parceiros, onde a mesa organiza a experiência.
Campo, serra, litoral e cidades históricas. Onde a paisagem entra como elemento narrativo.
Trens, barcos, jardins e coberturas. O deslocamento vira parte da dramaturgia do encontro.
Roteiros de destino com anfitriões locais, agenda curatorial e produção integral.
Toda experiência responde a uma intenção comercial.
Antes de escolher formato, definimos o que a marca precisa que aconteça. É essa resposta que orienta tipologia, elenco de convidados e desenho da sala.
Apresentar produto, coleção ou linha de serviços a um público que decide e repercute.
Transmitir repertório técnico ou estético por meio de masterclass, atelier ou conversa dirigida.
Aproximar a marca de altos executivos, imprensa, criadores de conteúdo e profissionais de projeto.
Criar confraria, clube ou programa de afinidade com continuidade ao longo do ano.
| objetivo | mesa | atelier | caminho | retiro | intensidade indicada |
|---|---|---|---|---|---|
| lançar | recomendado | possível | recomendado | menos indicado | essência |
| educar | possível | recomendado | possível | possível | imersão |
| relacionar | recomendado | possível | recomendado | possível | essência ou imersão |
| fundar comunidade | possível | recomendado | possível | recomendado | imersão ou transformação |
A matriz orienta, não determina. Combinações fora do recomendado são possíveis e às vezes são exatamente o ponto, desde que a escolha seja consciente e o custo operacional esteja declarado.
Alcance qualificado, demonstrações realizadas, leads qualificados, intenção declarada de compra e menções espontâneas em imprensa.
Presença por bloco, downloads de material de apoio, avaliação de aprendizagem e conversão de convidado em participante recorrente.
Confirmações convertidas em presença, tempo médio de permanência, reuniões agendadas em até trinta dias e novos registros qualificados na base.
Retenção por capítulo, engajamento entre encontros, indicações espontâneas de novos participantes e recorrência ao longo do ciclo.
Os indicadores são pactuados no diagnóstico, antes do conceito. Um encontro sem indicador definido é um encontro que ninguém vai saber se funcionou.
Produção ponta a ponta.
Toda experiência, em qualquer família ou intensidade, inclui um conjunto base. Os itens escalonáveis são acrescentados conforme objetivo e investimento.
Definição de objetivo comercial, público e indicadores. É a etapa que evita produzir um evento bonito e inconsequente.
Escolha do tema, do elenco de convidados e da dramaturgia do encontro. A lista de convidados é composta pessoa a pessoa e determina o resultado mais do que qualquer outro fator.
Execução integral com fornecedores homologados, cronograma por tempo de sala e checagem técnica prévia.
Acompanhamento durante a experiência, com ajuste fino de ritmo e condução conforme a resposta dos convidados.
Relatório com presença, permanência, temas emergentes, desdobramentos identificados e plano de continuidade.
Prazo mínimo de produção: quatorze dias para formatos de intensidade essência. Programas seriados e roteiros de destino exigem planejamento com meses de antecedência.
A condução combina liberdade criativa e rigor de processo. Um conselho curatorial formado pela direção criativa, por curadores temáticos e pela produção executiva define diretrizes, aprova conceitos e supervisiona a execução.
São quatro portões de aprovação ao longo do projeto: briefing, conceito, orçamento e entrega. Nenhuma etapa avança sem validação da anterior, o que reduz retrabalho e protege o orçamento da marca.
Critérios curatoriais: aderência à filosofia da casa, originalidade do conceito, repertório cultural envolvido e adequação real ao público convidado.
Três combinações que funcionam.
Cada uma nasce de um objetivo diferente e mostra como família, intensidade e cenário se combinam na prática. Servem como ponto de partida, não como catálogo fechado.
Brief: aproximar arquitetos e imprensa apresentando a nova linha da marca.
Setup: mesa longa, seis rótulos em dois blocos, sommelier como anfitrião, mise en place assinada.
Roteiro em sete cenas: chegada silenciosa, método e carta sensorial, primeiro bloco, pausa leve, segundo bloco, brinde com gesto da marca, despedida com lembrança.
Brief: formar repertório sobre materiais e elevar a autoridade da marca junto a quem especifica.
Setup: série de três encontros em galpão ou espaço restaurado, com mestres de cerâmica, caligrafia e composição.
Roteiro de capítulo: boas-vindas e orientação de segurança, demonstração do ofício, prática guiada, mostra final e entrega do guia do participante.
Brief: posicionar a marca no circuito internacional, gerar relações estratégicas e produzir conteúdo premium.
Setup: quatro dias em destino cultural com anfitriões locais, visitas a ateliês e galerias e jantares de relacionamento.
Roteiro macro: chegada e briefing cultural, dois dias de visitas curadas, jantar de relacionamento, dia editorial de captação dirigida, encerramento com próximos passos.
O que fica combinado antes de começar.
Produção de experiência é um negócio de prazo. Por isso cada intensidade tem seu prazo mínimo de contratação e sua data de congelamento de escopo, a partir da qual qualquer mudança gera aditivo com impacto declarado em escopo, prazo, risco e custo.
Nada disso aparece depois. Vai na proposta, antes da assinatura.
| intensidade | prazo mínimo de contratação | congelamento de escopo | entregas |
|---|---|---|---|
| essência | 14 dias úteis | 7 dias antes | seleção fotográfica em D+2 e relatório em D+30 |
| imersão | 30 dias úteis | 14 dias antes | galeria em D+2, vídeo curto e relatório em D+30 |
| transformação | 60 dias úteis | 30 dias antes | editorial, minidocumentário e relatório executivo em D+30 |
Qualidade mínima de conforto térmico e acústico verificada em checagem técnica prévia. Sala quente, sala fria ou sala com eco derruba qualquer curadoria.
Em caso de indisponibilidade comprovada de chef, artista ou especialista, a substituição é feita por equivalente, sem custo adicional para a marca.
Toda a cadeia opera com fornecedores homologados e níveis de serviço por categoria, com seguros e documentação de compliance emitidos antes da montagem.
Em caso de força maior, a data é remarcada preservando custos já incorridos, e as entregas editoriais e de relacionamento migram para o ciclo mais próximo.
Como o preço é composto.
Não publicamos tabela porque não existe experiência padrão. Publicamos a lógica, que é o que permite comparar propostas e entender o que se está pagando.
Toda proposta apresenta os custos diretos agrupados por centro de custo, com transparência sobre o que é repasse e o que é honorário da casa.
Valor fixo por projeto ou por temporada. Cobre diagnóstico, conceito, roteiro em sete cenas, ficha sensorial e direção criativa.
Percentual aplicado sobre os custos diretos. Cobre orçamentação, cronograma, contratações, checagem técnica e condução de sala.
Repasse integral, agrupado por centro de custo: talentos, locação, cenografia e técnica, gastronomia, logística, seguros e registro.
Opcional e vinculado a metas pactuadas no diagnóstico, como satisfação medida, leads qualificados, repercussão ou vendas atribuídas.
Trilhas de continuidade: uma experiência de essência bem-sucedida costuma virar série de imersão com calendário trimestral; uma série madura vira transformação anual com missão ou retiro; e uma transformação consolidada vira programa proprietário da marca, com assinatura e coautoria.
Quem assina, quem autoriza, quem pode publicar.
Direitos mal resolvidos travam publicação depois que o encontro já aconteceu, e é tarde demais para corrigir. Por isso a documentação é tratada como entrega obrigatória, com prazo próprio dentro do cronograma.
"Experiência por VIVER — amano em coautoria com [marca]. Curadoria e direção criativa VIVER — amano. [Talentos] convidados." A hierarquia visual de co-branding é pactuada na aprovação de conceito.
Consentimento coletado na confirmação de presença e no check-in, com recusa possível em campo. Áreas de não captação são mapeadas e sinalizadas para a equipe de registro.
Autorização específica de cada artista para exibição, foto e vídeo. Licenças de execução e sincronização musical quando houver captação audiovisual.
Os arquivos originais de captação permanecem com a casa; a marca recebe licença de uso nas finalidades, prazos e territórios acordados, com os créditos preservados em toda republicação.
Exclusividade temática ou setorial apenas quando contratada, com duração e escopo registrados. Havendo lançamento, define-se janela de embargo e lista de veículos.
Termo de coautoria e co-branding, autorizações de imagem, licenças aplicáveis e folha de créditos oficial para publicação e material de imprensa.
Conte o objetivo e retornamos em dois dias úteis com uma leitura inicial. Conceito preliminar em cinco.
Quanto mais claro o objetivo comercial, melhor o conceito que conseguimos propor. Não é necessário ter formato definido.
Não operamos com espaço fixo, e isso é uma escolha. Cada experiência pede um cenário diferente, e trabalhar com uma rede de ambientes parceiros permite escolher o lugar que serve ao conceito em vez de adaptar o conceito ao lugar disponível.
Pequeno, sempre. O ponto ideal fica entre 6 e 20 pessoas. Trinta já exige desenho especial de sala para que a conversa não se fragmente, e cinquenta é o teto absoluto, reservado a momentos raros. Não produzimos eventos de grande público: o que entregamos é qualidade de conexão, e ela não sobrevive à escala.
Produzimos. VIVER — amano é a produtora de eventos para terceiros da casa, com responsabilidade sobre fornecedores, logística, hospitalidade e operação de sala. A marca recebe o encontro pronto, não um conceito para executar depois.
Quatorze dias para formatos de intensidade essência, desde que a agenda comporte. Séries e roteiros de destino exigem planejamento com meses de antecedência, pela dependência de talentos, deslocamento e hospedagem.
Depende do objetivo. Pode ser da marca, pode ser composta pela curadoria a partir da rede da casa, ou pode ser mista. A composição da sala é a variável que mais determina o resultado, então ela é sempre discutida no diagnóstico.
O relatório entregue em até trinta dias traz presença confirmada, permanência média, qualidade percebida, temas emergentes na conversa e desdobramentos identificados, como reuniões agendadas e contatos qualificados gerados.
Toda relação começa com uma conversa. Conte o contexto e o desafio, e respondemos com uma leitura inicial do cenário.
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