
Quem olha também cria.
Adriano Tadeu Barbosa e Marcus Yabe são fundadores e curadores estratégicos de amano. Um investiga os sinais. O outro transforma leitura em direção.
O futuro não aparece de repente. Ele deixa sinais.
Está nas cidades, nas feiras, nas casas, nos hotéis, nos restaurantes. Na arte, na moda, na tecnologia. Nos novos hábitos de consumo, nas mudanças geracionais e na maneira como as pessoas passam a atribuir valor às coisas.
Compreender uma transformação cultural sem saber o que fazer com ela produz apenas informação. Construir estratégia sem compreender o contexto cultural produz soluções que envelhecem rápido.
Curadoria estratégica é o intervalo entre essas duas coisas. É onde amano trabalha, e é o intervalo que as duas trajetórias que fundaram a casa aprenderam a ocupar.
Observar antes de responder.

Pesquisa, interpreta e traduz as transformações culturais que estão redefinindo a arquitetura, o design, os interiores, a hospitalidade e os modos de habitar na América Latina.
Seu trabalho nasce da observação. Da cidade, dos espaços, dos objetos, dos comportamentos. Do que aparece nas ruas antes de chegar aos relatórios.
Como pesquisador cultural, autor e palestrante internacional, transforma repertório e análise em inteligência estratégica para marcas, empresas e profissionais que precisam compreender novos comportamentos, antecipar movimentos de mercado e identificar possibilidades de inovação. Pesquisa de campo, curadoria cultural, análise de comportamento e comunicação se encontram na mesma prática.
É autor de Marketing Pessoal (não) é para todos, com duas edições esgotadas. É colunista da Architectural Digest México y Latinoamérica, uma das publicações internacionais mais influentes de arquitetura e design, e da revista TOPVIEW, no Brasil, onde escreve sobre arquitetura, design, mercado imobiliário, comportamento e cultura do habitar.
Antes de concentrar a trajetória na pesquisa cultural, foi professor, coordenou cursos no Brasil com extensão em Paris e criou projetos pioneiros dedicados ao marketing pessoal no Brasil e em Portugal, entre eles agência, portal, revista digital, televisão e escola especializada.
Em amano, sua vocação é conteúdo e relacionamento. Responde pela direção de amano — JOURNAL, VIVER — amano e amano — CLUBE, e pela pesquisa cultural, a pauta e a linguagem que atravessam a casa inteira.
O mundo como campo de pesquisa.
A investigação é construída em movimento. Entre feiras, bienais, semanas de design, exposições e cidades, acompanhando como transformações culturais se materializam nos espaços, nos objetos e na vida cotidiana.
Não é uma coleção de destinos. É um arquivo vivo de referências, comportamentos e mudanças de percepção de valor, depois interpretado a partir da realidade latino-americana.

Trabalha no encontro entre estratégia, comunicação, negócios, conteúdo e relações. Sua especialidade é transformar ideias em plataformas e relacionamento em oportunidade.
Ao longo da carreira, aprendeu a olhar para marcas não pelo que comunicam, mas pelo lugar que conseguem ocupar na vida das pessoas. E para relacionamentos não como agenda de contatos, mas como matéria-prima para construir projetos, ideias e negócios.
Foi CEO do LIDE Paraná, organização dedicada à conexão entre lideranças e empresas do estado, à frente da operação executiva e da construção de uma agenda permanente de conteúdo, experiências, relacionamento e desenvolvimento de negócios.
Antes disso, foi diretor corporativo de produto, conteúdo e convergência do Grupo RIC, com atuação nas operações de televisão, rádio e digital, e publisher da TOPVIEW, período em que a publicação se ampliou para além do produto editorial e criou plataformas proprietárias como Prêmio Mais Saúde, Prêmio Personalidade, Anuário de Arquitetura e Projeto Vidas, além do fortalecimento do Prêmio TOPVIEW Gastronomia.
Na Gazeta do Povo, atuou como gerente de negócios digitais e multiplataforma, participando da criação e da reformulação de projetos como Estúdio Bom Gourmet, Guia Delivery, revista HAUS e Viver Bem.
Em amano, sua vocação é estratégia e criatividade. Responde pela direção de OFÍCIO — amano, amano — CONEXÕES e ESSÊNCIA — amano, e pelo posicionamento, pelo modelo de negócio e pelas parcerias da casa.
Instalada no histórico Palacete Ascânio Miró, em Curitiba, foi concebida como espaço permanente de encontro entre empresários, executivos, marcas, universidades e poder público. A partir do conceito original do projeto, Marcus respondeu pelo desenho de serviço, pelo modelo de operação e pela concepção integrada de uso da casa, articulando ambientes, produtos, experiências e possibilidades comerciais, além da rede de parceiros e patrocinadores que assinaram cada ambiente.
Projeto editorial concebido não como publicação, mas como instrumento de posicionamento, memória, relacionamento e construção de reputação. Dentro de um ecossistema de conteúdo, publicar deixa de significar apenas registrar e passa a significar selecionar, organizar, dar contexto e construir uma narrativa capaz de permanecer.
Os projetos citados nesta página pertencem às trajetórias profissionais anteriores dos fundadores e são mencionados como repertório. Não implicam relação institucional, societária ou comercial dessas organizações com amano.
A diferença não é distância. É método.
Adriano olha para fora. Marcus conecta para dentro. Um investiga mudanças culturais e os sinais que começam a aparecer na arquitetura, no design, nas cidades e nos modos de viver. O outro observa como esses movimentos ganham direção, narrativa, relação e forma dentro de organizações.
Essa diferença organiza as sete frentes. Cada sócio responde pela direção de três delas, segundo sua vocação, e FALAR — amano é conduzida pelos dois.
Divisão de vocação, não de território: todo projeto passa pelos dois, e nenhuma frente pertence a uma pessoa só. É o que impede que a casa vire dois negócios dentro do mesmo nome.
Curadoria não é reunir coisas bonitas.
Nem selecionar o que está em alta. É construir relações entre sinais aparentemente desconectados, entender por que certas ideias aparecem ao mesmo tempo em lugares diferentes e distinguir movimento de ruído.
E então transformar essa leitura em alguma coisa: uma narrativa, um produto, um espaço, uma experiência, uma decisão.
Há informação demais, referência demais, imagem demais, opinião demais. Ter acesso deixou de ser vantagem. A vantagem está em saber onde colocar atenção, e escolher exige critério declarado.
Um sinal isolado é anedota. O trabalho começa quando o mesmo gesto aparece em cidades, mercados e gerações diferentes, e é preciso explicar o que o sustenta por baixo.
Movimentos aparentemente distantes costumam responder à mesma pressão social. Aproximar essas pontas é o que transforma repertório disperso em leitura utilizável.
Conhecimento que não vira decisão é entretenimento. Toda leitura precisa chegar a uma consequência: posicionamento, produto, pauta, encontro ou estratégia.
O formato depende da pergunta.
A atuação dos fundadores atravessa diferentes formatos, dentro e fora das sete frentes da casa. O que permanece é o método, não o entregável.
Direção criativa aplicada a problemas de negócio, apoiada em estudos setoriais, inteligência cultural e projetos de foresight, com fontes classificadas por confiabilidade e divergências declaradas.
Direção editorial, construção de narrativa, projetos editoriais proprietários e conteúdo autoral para marcas e instituições.
Mesas curatoriais, jantares, imersões, missões de pesquisa nacionais e internacionais e experiências de marca com arquitetura de público.
Seis palestras autorais e dois workshops de Claude aplicada, um para lideranças e outro para quem cria, além de mediações e cursos.
Arquitetura de relacionamento, curadoria de anfitriões, seeding editorial e articulação entre marcas, instituições, academia e a rede da casa.
Projetos autorais e colaborações com arquitetos, designers, artistas e indústrias, do conceito ao objeto.
Em resumo.
Nem tudo que importa faz barulho.
Algumas decisões começam antes da estratégia.
Começam no olhar. Na capacidade de perceber, de relacionar coisas que aparentemente não pertencem ao mesmo lugar, de reconhecer um movimento enquanto ele ainda é pequeno.
amano nasce desse encontro entre dois repertórios e duas maneiras de olhar. Um lugar entre pesquisa e criação, entre cultura e mercado, entre pensamento e presença.
entender como a casa funcionaToda relação começa com uma conversa. Conte o contexto e o desafio, e respondemos com uma leitura inicial do cenário.
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