amano — JOURNAL: jornal impresso trimestral de arte, arquitetura e design

Jornal impresso amano
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amanoJOURNAL

O papel de pensar.

Jornal impresso trimestral sobre arte, arquitetura, design e modos de viver. Tabloide de 20 páginas, tiragem numerada de 3.000 exemplares, distribuição dirigida a quem decide.

01 · a tese

O mundo está cheio de telas. Falta papel.

amano — JOURNAL nasce de uma convicção simples: informação rápida já sobra. O que falta é um lugar para pensar devagar. E, para durar, esse lugar precisa ter peso, textura e tempo.

Cada edição é um objeto, não um conteúdo. É pensada para ser lida com as mãos, guardada numa estante e revisitada anos depois, não rolada e esquecida em poucos segundos.

Não há publicidade tradicional. A presença de marca acontece como coautoria editorial, e existe teto para ela em cada edição.

4
edições por ano, em ritmo trimestral
20
páginas em formato tabloide, papel Pólen no miolo
3.000
exemplares por edição, com numeração por lote
8
cotas anuais de marca curadora, e não mais que isso
12
encontros proprietários no ano, de 8 a 30 convidados
02 · o objeto

Feito para durar, não para descartar.

Uma publicação impressa dedicada ao design, à arte e à cultura contemporânea latino-americana. Cada exemplar é numerado e cada edição é colecionável.

As especificações abaixo existem por uma razão só: que o jornal seja guardado depois da primeira leitura, e não jogado fora.

periodicidade

Trimestral, quatro edições ao ano, com datas de edição e de encontros fixadas no início de cada trimestre.

4 edições · calendário anual fechado

formato e papel

Vinte páginas em formato tabloide, papel Pólen no miolo, de toque natural e leitura confortável, com dobra e acabamento pensados para longevidade.

20 páginas · tabloide · Pólen

tiragem

Três mil exemplares por edição, com numeração por lote. Doze mil exemplares em circulação ao longo do ano.

3.000 por edição · 12.000 no ano

espaço curatorial de marca

De 8 a 12 páginas por edição são destinadas a conteúdo curatorial de marca, em página inteira e em linguagem editorial. O teto é regra, não meta.

até 12 de 20 páginas

direção de arte

Minimalista, com tipografia contemporânea e fotografia autoral. Impressão offset de alta fidelidade, com revisão curatorial e preflight de arquivos antes de cada tiragem.

offset · fotografia autoral

distribuição

Dirigida, pela base do clube e por pontos curados, e aberta, pelo veículo próprio em circulação. Sempre para quem lê com atenção.

dirigida + aberta

Especificações sujeitas a ajustes editoriais entre edições, sem alteração de tiragem nem do teto de páginas curatoriais de marca.

Jornal impresso aberto sobre mesa de madeira
Um objeto, não um conteúdo.
o objeto
03 · o método editorial

Nove estados de ser.

Toda edição orbita uma matriz de nove estados. Não são seções fixas nem editorias: são lentes. Cada edição reorganiza a matriz para propor leituras inéditas entre pessoas, espaços, objetos e ideias.

A matriz é também o que conecta o jornal aos encontros. Uma pauta nasce como estado de ser, vira matéria impressa e depois vira mesa, experiência e conversa.

SERHABITARRESPIRARSABOREARCONECTARPENSARSENTIRRECORDARCELEBRAR

A escolha dos estados de cada edição é declarada na carta curatorial de abertura, junto com o diagrama que mostra método e critério.

04 · anatomia

Vinte blocos. A mesma arquitetura em toda edição.

Um jornal editorial não improvisa estrutura. Cada edição segue a mesma sequência de vinte blocos, o que dá previsibilidade a quem produz, a quem lê e a quem patrocina.

Os blocos marcados em destaque são as páginas curatoriais de marca. Elas ocupam posição definida, seguem a linguagem do jornal e nunca aparecem como anúncio.

01
capa
Primeiro impacto, com imagem autoral e título-tema.
02
sumário & fio condutor
Índice minimalista com o porquê da edição em três linhas.
03
carta curatorial & matriz
Fala dos diretores apresentando a tese e o diagrama dos estados de ser.
04
ensaio de abertura
Série visual que define o tom estético: luz, silêncio e textura.
05
ensaio de abertura
Continuação do ensaio, no ritmo que convida a guardar o jornal.
06
matéria de capa
Grande relato da edição, com profundidade e beleza.
07
matéria de capa
Texto bússola e fotos que viram referência para o mercado.
08
coluna / ensaio filosófico
Texto autoral que pensa o tema com clareza e densidade.
09 · marca
página curatorial
Coautoria em linguagem de jornal, com título editorial e fotografia impecável. Posição nobre.
10
entrevista (1)
Voz de autoridade que conecta prática e visão, com retrato autoral.
11 · marca
página curatorial
Presença de marca sem tom publicitário, com credibilidade por proximidade.
12
estudo de caso / obra
Case documentado com ficha técnica e decisões de projeto.
13 · marca
página curatorial
Espaço para processos, materiais e acabamentos contados com verdade.
14
portfólio visual
Série fotográfica temática. Páginas de respiro que viram mood.
15 · marca
página curatorial
Última janela editorial de coautoria no miolo, com sutileza e rigor.
16
síntese das mesas
Aprendizados e próximos movimentos em bullets objetivos.
17
entrevista (2)
Segundo olhar, técnico ou poético, que equilibra a edição.
18
ecossistema & agenda
Calendário dos 12 encontros do ano, com QR para RSVP.
19
moodboard
Paleta de referências da edição: materiais, formas e livros.
20
quarta capa
Fecho memorável com imagem-objeto e citação curatorial. Coautoria exclusiva uma vez ao ano.

Oito blocos de coautoria de marca por edição, em posições fixas. A ordem e a posição seguem critérios editoriais, não ordem de compra.

05 · calendário

As quatro edições do ciclo.

Cada edição tem tema, linha-guia, estados de ser e um par de ganchos: uma mesa de discussão editorial e uma experiência presencial. Editorial e encontro nascem juntos, não em sequência.

O calendário completo, com datas de fechamento, provas e encontros, é fixado no início de cada trimestre.

edição 01 · junho 2026

MANHÃ

Todo começo pede delicadeza e direção.

A potência dos começos: a luz que revela textura, o silêncio que organiza o olhar, os rituais que ancoram o dia e a obra. Arquiteturas que respiram, cozinhas que acolhem, materiais que aquecem sem gritar. Um convite à precisão: menos ruído, mais intenção.

respirarhabitarserpensar
Mesa: a gramática do início — luz, escala e tempo.
Experiência: café-leitura com percurso de luz natural.
edição 02 · setembro 2026

MATÉRIA

Substância antes de superfície.

Um mergulho nos materiais que constroem caráter: madeira, pedra, metais, fibras, argamassas, tintas minerais. Processos honestos, oficinas, saber fazer. Texturas que contam tempo e uso. Como a técnica, a manutenção e a boa fabricação desenham beleza durável.

sentirrecordarhabitarcelebrar
Mesa: verdade de material e ética do processo.
Experiência: estações táteis com mestres de ofício.
edição 03 · dezembro 2026

TRAVESSIA

A vida acontece nos intervalos.

Do portão à praça, do trabalho ao refúgio. Como nos movemos, conectamos e desenhamos percursos que fazem sentido. Mobilidade gentil, hospitalidade, clubes contemporâneos, bibliotecas vivas, arte no caminho. A casa que se abre ao bairro; o bairro que devolve cuidado à casa.

conectarpensarsercelebrar
Mesa: cidades para ficar — proximidade, ritmo e lugar.
Experiência: caminhada curatorial com leitura pública e café.
edição 04 · março 2027

RITUAL

Encerrar é alinhar o que importa.

Uma investigação sobre como projetamos a vida, e como a vida, por sua vez, reprojeta nossos espaços. Do traço à rotina: decisões de arquitetura, desenho de luz, silêncio, manutenção e escolhas materiais como instrumentos de sentido. Curadoria, desapego, continuidade: editar é construir.

pensarserhabitarrecordar
Mesa: arquitetura do tempo — projeto, rotina e margem.
Experiência: oficina de edição de vida: mapa de espaços, luz e rituais.
06 · a edição inaugural

Dez cartas, escritas à mão, para abrir tudo isso.

Antes de existir para o mercado, amano — JOURNAL existe como convite. A abertura do projeto é composta por apenas dez cartas. Não artigos, não opiniões formatadas: cartas escritas à mão, no tempo de cada autor, sem pauta e sem briefing.

São reflexões íntimas sobre o momento que vivemos e sobre o que, na visão de cada um, merece permanecer quando tudo isso passar.

Juliana Vosnika

Presidente do Museu Oscar Niemeyer.

Curitiba, Brasil

Li Edelkoort

Autora de Proud South.

Países Baixos

Lili Tedde

Coautora de Proud South.

Proud South

Maria Porro

Presidente do Salone del Mobile.Milano.

Milão, Itália

Nomes em confirmação, com apoio cultural do arquiteto Marcos Bertoldi. A edição chega de forma gratuita e dirigida a arquitetos, designers, galerias, incorporadoras e pessoas com forte interesse por cultura, cidade e pensamento contemporâneo.

O convite é assinado por Adriano Tadeu Barbosa e Marcus Yabe, fundadores, e conduzido editorialmente por Camila Gino, editora-chefe.

Carta manuscrita sobre papel texturizado
Dez cartas, escritas à mão, para abrir tudo isso.
a edição inaugural
07 · quem lê

Uma audiência que decide, não que rola a tela.

Arquitetos e designers, curadores e galerias, marcas de design e lifestyle, incorporadoras, líderes de branding e inovação. Públicos distintos reunidos em torno de um mesmo apreço: o de ler devagar.

É uma base formada por convite, com alta frequência cultural, forte valorização de curadoria e conteúdo autoral, e alta taxa de indicação orgânica. São pessoas que compartilham o jornal porque de fato o leem.

60%
mais de, em mulheres líderes e formadoras de opinião na base de leitores
35–55
faixa etária majoritária do público
3.000
exemplares numerados em circulação por edição
12.000
exemplares distribuídos ao longo do ano
persona 01

a curadora de estúdio

Dirige um estúdio boutique de interiores. Busca materiais e referências com rigor estético, decide ativações de marca e escolhe de quais eventos participa. Especifica, prescreve e é ouvida.

O que a prende: ficha técnica honesta, processo contado com verdade, fotografia que serve de referência de projeto.
persona 02

o gestor de inovação

Lidera branding em uma incorporadora. Procura conteúdo que conecte produto, cidade e cultura, e mede valor por relacionamento qualificado, não por alcance.

O que o prende: leitura de tendência com implicação prática e acesso direto a quem projeta e especifica.
persona 03

a diretora de galeria

Programa exposições e ativações. Valoriza editorial com boa fotografia, texto autoral e circulação nos públicos certos, e evita qualquer coisa que pareça publicidade.

O que a prende: coerência estética, ausência de tom comercial e a chance de pautar conversa em vez de anunciar.
08 · como chega

Dirigida e aberta, nunca massificada.

Os três mil exemplares de cada edição circulam de duas formas, sempre em lugares onde o design está em sintonia com quem lê.

dirigida

onde o exemplar espera por quem lê

Cadastrados no amano — CLUBE, concierge do Pátio Batel, Hotel Nomaa, dsgselo, ôda design, SCA, galeria Simões de Assis e Centro Europeu, entre outros pontos em conversa.

aberta

o veículo em circulação

Para ampliar o contato com o público, o veículo amano circula por parques, ruas e lugares de alta frequência cultural, criando pontos de encontro com leitores que ainda não fazem parte do clube. Cada aparição é também um registro fotográfico.

09 · um sinal do tempo

O papel está voltando. E não é acaso.

Não é nostalgia. É resposta a um cansaço real: quanto mais rápido o mundo rola a tela, mais valor ganha o que pede tempo, peso e presença.

US$ 1 bi
Mais de, em vendas anuais de vinil nos Estados Unidos em 2025, após quase duas décadas seguidas de crescimento.
RIAA e indústria fonográfica
75%
Cerca de, da receita das revistas de consumo no mundo deve continuar vindo do papel em 2026.
PwC, Global Entertainment & Media Outlook
8 seg
Tempo médio de atenção diante de uma tela hoje, o oposto do que uma boa leitura pede.
Nielsen Norman Group
US$ 101,75 bi
Tamanho projetado do mercado global de publicação de revistas até 2031, em expansão constante.
Mordor Intelligence
8 em 10
Jovens da geração Z que dizem querer se desconectar dos dispositivos digitais, em busca de algo mais lento e real.
Pinterest Summer Trend Report
de volta
Títulos como Sports Illustrated, Field & Stream e Saveur voltaram a imprimir depois de um período apenas no digital.
Quill Magazine, 2025
10 · o mercado

A economia criativa é um bloco econômico próprio.

Um jornal de design não vive de nicho. Vive de um setor que a ONU e a UNESCO classificam como vetor de desenvolvimento e que já sustenta políticas públicas urbanas em todos os continentes.

Londres gera mais de 100 bilhões de libras anuais em indústria criativa. Paris articula arte, luxo e hospitalidade como ativos econômicos. Seul consolidou-se como epicentro estético global por estratégia deliberada de poder cultural.

US$ 2,2 tri
Movimentação anual da economia criativa global, integrando cultura, design, mídia, tecnologia e turismo.
T1 · ONU e UNESCO
+27%
Crescimento do PIB cultural global em 2022 na comparação com 2020, com empregos no setor cultural em alta de 20%.
T2 · dados oficiais de cultura
£ 100 bi
Mais de, gerados anualmente pela indústria criativa de Londres, referência de distrito criativo consolidado.
T2 · autoridades britânicas

Divergência declarada. As fontes disponíveis não convergem sobre o peso relativo do setor: há estimativas de cerca de 6% da economia mundial com aproximadamente 30 milhões de profissionais, e estimativas de cerca de 3,1% com aproximadamente 48 milhões. A diferença vem do recorte de atividades incluídas na conta. Preferimos apresentar as duas leituras a escolher a mais conveniente.

Classificação de fontes conforme o padrão de OFÍCIO — amano: T1 para consultoria e organismo de referência, T2 para fonte oficial ou estatística, T3 para pesquisa comercial de mercado.

11 · marcas curadoras

Oito marcas por ano. Não mais que isso.

A presença de marca no amano — JOURNAL não é anúncio: é coautoria editorial. A marca ganha uma página curatorial por edição, escrita sobre o universo dela e não sobre ela, criada pela curadoria da casa e aprovada esteticamente antes de ir para a gráfica.

O limite de oito cotas não é escassez de marketing. É a condição que mantém o jornal legível como jornal.

8
cotas anuais, com reserva por ordem de confirmação
4
páginas curatoriais no ano, uma por edição
12
encontros proprietários, entre lançamentos, mesas e experiências
4
convites por edição para os lançamentos e para VIVER
4
micropeças editoriais digitais no ano, uma por edição

coautoria real

Página curatorial em cada uma das quatro edições, criada pela curadoria e guiada pelos estados de ser. Fotografia autoral ou acervo aprovado, com direitos de uso para portfólio e canais próprios em versão digital.

zero formato publicitário tradicional

presença e relações

Quatro lançamentos de edição com convites VIP e branding ambiental discreto, quatro mesas de discussão editorial com participação quando houver aderência temática, e quatro experiências VIVER — amano com cocriação sensorial quando pertinente.

de 8 a 30 convidados por encontro

alcance qualificado

Distribuição dirigida a quem decide em arquitetura, design, arte e incorporação. Circulação em estúdios, galerias e espaços de influência, com conversa direta com formadores de opinião.

3.000 exemplares por edição

segurança estética

Governança curatorial com aprovação de layout e texto, créditos em linguagem do jornal e coerência exigida com materiais, processos e verdade de produto. Elegância como regra, não como pedido.

brand safety por curadoria

inteligência e aprendizado

Relatórios curtos após cada encontro com aprendizados e próximos movimentos, e sessões trimestrais de alinhamento de temas e calendário. Decisões guiadas por método, não por impressão.

4 relatórios · 4 sessões no ano

ecossistema integrado

Acesso a amano — CLUBE, conexões por amano — CONEXÕES e caminhos naturais para projetos especiais e experiências cocriadas com ESSÊNCIA — amano.

a cota abre a casa inteira

Contrato de doze meses a partir da assinatura, com datas das quatro edições e dos doze encontros alinhadas no início de cada trimestre. Pode haver exclusividade por categoria em edições específicas, conforme disponibilidade e aderência.

12 · regras da casa

O que protege a experiência.

Estas regras valem para todas as marcas curadoras e para todos os encontros. Elas existem porque a elegância do produto depende delas, e são apresentadas antes da negociação, nunca depois.

sem publicidade

Não há anúncios, pitch de venda, brinde intrusivo ou fala comercial nos encontros. Tudo é conteúdo, experiência e conversa.

lista curada

A lista de convidados é construída pela curadoria da casa. Sugestões da marca são bem-vindas e passam por aprovação para preservar o perfil do público.

teto de presença

Existe limite de páginas curatoriais por edição e de ativações por encontro. Ordem e posição seguem critérios editoriais, não ordem de compra.

coautoria editorial

Toda participação é construída como conteúdo sobre o universo da marca, e não sobre a marca. Texto, imagem e layout passam por aprovação estética.

convites nominais

Convites são pessoais. Trocas precisam ser informadas para revalidação do perfil do convidado. Convites extras dependem de disponibilidade.

imagem e privacidade

Captação de foto e vídeo é feita por equipe da casa, com termos de imagem e privacidade aceitos por todos os convidados. A marca recebe um conjunto de fotos com crédito e licença editorial.

O conjunto completo de padrões e políticas, incluindo prazos de material, embargos e conflitos de categoria, integra o contrato e é entregue junto com a proposta.

13 · além do papel

O jornal é a porta de entrada de um universo.

Quem lê amano — JOURNAL entra em contato com um sistema maior, construído pela casa ao longo do tempo. Cada frente alimenta e é alimentada pelo editorial.

amano — CLUBE

Relações e comunidade por convite, formada por design e cultura. conhecer →

VIVER — amano

Encontros e experiências presenciais onde a filosofia da casa vira vivência. conhecer →

amano — CONEXÕES

Relações e presenças estratégicas conduzidas com critério cultural. conhecer →

OFÍCIO — amano

Consultoria de criatividade e inovação da casa criativa. conhecer →

FALAR — amano

Palestras, workshops de Claude aplicada, mediações e cursos. conhecer →

ESSÊNCIA — amano

Cocriação com marcas, profissionais e artistas. conhecer →

Isso não é sobre imprimir palavras num papel. É sobre dar tempo para que uma ideia amadureça antes de chegar até você.

participação de marcas

o media kit

Marcas e instituições podem integrar o jornal em regime de coautoria editorial, nunca como espaço publicitário. Os formatos, as condições e o calendário de fechamento estão no media kit, enviado sob solicitação.

solicitar o media kit

Enviamos o documento completo com público, alcance, formatos de participação, prazos e faixas de investimento das próximas edições.

dúvidas frequentes

o que costumam perguntar

Como faço para receber o jornal?

A distribuição é dirigida e gratuita. A base principal são os integrantes de amano — CLUBE, e exemplares ficam disponíveis nos pontos curados. O ingresso no clube é por convite e curadoria.

Qual a periodicidade e o formato?

Trimestral, quatro edições por ano. Tabloide de 20 páginas, papel Pólen no miolo, impressão offset, tiragem de 3.000 exemplares numerados por lote. Doze mil exemplares circulam ao longo do ano.

Por que trimestral e não mensal?

Porque o intervalo é parte do produto. Três meses dão tempo real de maturação a cada pauta, e é esse tempo que separa o jornal de uma publicação de atualidades. O ciclo trimestral também casa com o calendário de encontros.

Marcas podem participar?

Sim, em regime de coautoria editorial, com uma página curatorial por edição. O que não existe é espaço publicitário no sentido convencional: sem anúncio, sem selo promocional, sem chamada de venda. São oito cotas por ano.

O que exatamente a marca curadora recebe?

Quatro páginas curatoriais no ano, presença nos doze encontros com até quatro convites por edição, quatro micropeças editoriais digitais, relatórios pós-evento, sessões trimestrais de alinhamento e acesso ao ecossistema da casa. O detalhamento está na seção de marcas curadoras.

A marca aprova o conteúdo?

A marca aprova esteticamente e valida informação técnica. A criação é da curadoria e o texto é sobre o universo da marca, não sobre a marca. Essa distinção é o que faz a página funcionar como conteúdo em vez de anúncio.

Como funciona o investimento?

Cota anual, com contrato de doze meses e reserva de posição por ordem de confirmação. Há condições diferenciadas para marcas fundadoras e opções de parcelamento. O valor é apresentado em proposta, depois da conversa de aderência.

Existe exclusividade de categoria?

Pode haver, em edições específicas, conforme disponibilidade e aderência temática. Conflitos entre marcas de mesma categoria são avaliados caso a caso antes da reserva.

Vocês têm redes sociais?

Não mantemos redes sociais ativas para o jornal. Foi uma escolha, não uma ausência. Certas ideias precisam de silêncio para existir com integridade. As micropeças digitais das marcas curadoras circulam nos canais delas.

O jornal circula fora de Curitiba?

A distribuição é definida por perfil de destinatário, não por geografia. O veículo próprio circula fisicamente, e a base dirigida alcança quem é relevante independentemente da praça.

contato

vamos conversar sobre o que você quer construir

Toda relação começa com uma conversa. Conte o contexto e o desafio, e respondemos com uma leitura inicial do cenário.

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