
O papel de pensar.
Jornal impresso trimestral sobre arte, arquitetura, design e modos de viver. Tabloide de 20 páginas, tiragem numerada de 3.000 exemplares, distribuição dirigida a quem decide.
O mundo está cheio de telas. Falta papel.
amano — JOURNAL nasce de uma convicção simples: informação rápida já sobra. O que falta é um lugar para pensar devagar. E, para durar, esse lugar precisa ter peso, textura e tempo.
Cada edição é um objeto, não um conteúdo. É pensada para ser lida com as mãos, guardada numa estante e revisitada anos depois, não rolada e esquecida em poucos segundos.
Não há publicidade tradicional. A presença de marca acontece como coautoria editorial, e existe teto para ela em cada edição.
Feito para durar, não para descartar.
Uma publicação impressa dedicada ao design, à arte e à cultura contemporânea latino-americana. Cada exemplar é numerado e cada edição é colecionável.
As especificações abaixo existem por uma razão só: que o jornal seja guardado depois da primeira leitura, e não jogado fora.
Trimestral, quatro edições ao ano, com datas de edição e de encontros fixadas no início de cada trimestre.
Vinte páginas em formato tabloide, papel Pólen no miolo, de toque natural e leitura confortável, com dobra e acabamento pensados para longevidade.
Três mil exemplares por edição, com numeração por lote. Doze mil exemplares em circulação ao longo do ano.
De 8 a 12 páginas por edição são destinadas a conteúdo curatorial de marca, em página inteira e em linguagem editorial. O teto é regra, não meta.
Minimalista, com tipografia contemporânea e fotografia autoral. Impressão offset de alta fidelidade, com revisão curatorial e preflight de arquivos antes de cada tiragem.
Dirigida, pela base do clube e por pontos curados, e aberta, pelo veículo próprio em circulação. Sempre para quem lê com atenção.
Especificações sujeitas a ajustes editoriais entre edições, sem alteração de tiragem nem do teto de páginas curatoriais de marca.
Nove estados de ser.
Toda edição orbita uma matriz de nove estados. Não são seções fixas nem editorias: são lentes. Cada edição reorganiza a matriz para propor leituras inéditas entre pessoas, espaços, objetos e ideias.
A matriz é também o que conecta o jornal aos encontros. Uma pauta nasce como estado de ser, vira matéria impressa e depois vira mesa, experiência e conversa.
A escolha dos estados de cada edição é declarada na carta curatorial de abertura, junto com o diagrama que mostra método e critério.
Vinte blocos. A mesma arquitetura em toda edição.
Um jornal editorial não improvisa estrutura. Cada edição segue a mesma sequência de vinte blocos, o que dá previsibilidade a quem produz, a quem lê e a quem patrocina.
Os blocos marcados em destaque são as páginas curatoriais de marca. Elas ocupam posição definida, seguem a linguagem do jornal e nunca aparecem como anúncio.
Oito blocos de coautoria de marca por edição, em posições fixas. A ordem e a posição seguem critérios editoriais, não ordem de compra.
As quatro edições do ciclo.
Cada edição tem tema, linha-guia, estados de ser e um par de ganchos: uma mesa de discussão editorial e uma experiência presencial. Editorial e encontro nascem juntos, não em sequência.
O calendário completo, com datas de fechamento, provas e encontros, é fixado no início de cada trimestre.
A potência dos começos: a luz que revela textura, o silêncio que organiza o olhar, os rituais que ancoram o dia e a obra. Arquiteturas que respiram, cozinhas que acolhem, materiais que aquecem sem gritar. Um convite à precisão: menos ruído, mais intenção.
Um mergulho nos materiais que constroem caráter: madeira, pedra, metais, fibras, argamassas, tintas minerais. Processos honestos, oficinas, saber fazer. Texturas que contam tempo e uso. Como a técnica, a manutenção e a boa fabricação desenham beleza durável.
Do portão à praça, do trabalho ao refúgio. Como nos movemos, conectamos e desenhamos percursos que fazem sentido. Mobilidade gentil, hospitalidade, clubes contemporâneos, bibliotecas vivas, arte no caminho. A casa que se abre ao bairro; o bairro que devolve cuidado à casa.
Uma investigação sobre como projetamos a vida, e como a vida, por sua vez, reprojeta nossos espaços. Do traço à rotina: decisões de arquitetura, desenho de luz, silêncio, manutenção e escolhas materiais como instrumentos de sentido. Curadoria, desapego, continuidade: editar é construir.
Dez cartas, escritas à mão, para abrir tudo isso.
Antes de existir para o mercado, amano — JOURNAL existe como convite. A abertura do projeto é composta por apenas dez cartas. Não artigos, não opiniões formatadas: cartas escritas à mão, no tempo de cada autor, sem pauta e sem briefing.
São reflexões íntimas sobre o momento que vivemos e sobre o que, na visão de cada um, merece permanecer quando tudo isso passar.
Presidente do Museu Oscar Niemeyer.
Autora de Proud South.
Coautora de Proud South.
Presidente do Salone del Mobile.Milano.
Nomes em confirmação, com apoio cultural do arquiteto Marcos Bertoldi. A edição chega de forma gratuita e dirigida a arquitetos, designers, galerias, incorporadoras e pessoas com forte interesse por cultura, cidade e pensamento contemporâneo.
O convite é assinado por Adriano Tadeu Barbosa e Marcus Yabe, fundadores, e conduzido editorialmente por Camila Gino, editora-chefe.
Uma audiência que decide, não que rola a tela.
Arquitetos e designers, curadores e galerias, marcas de design e lifestyle, incorporadoras, líderes de branding e inovação. Públicos distintos reunidos em torno de um mesmo apreço: o de ler devagar.
É uma base formada por convite, com alta frequência cultural, forte valorização de curadoria e conteúdo autoral, e alta taxa de indicação orgânica. São pessoas que compartilham o jornal porque de fato o leem.
Dirige um estúdio boutique de interiores. Busca materiais e referências com rigor estético, decide ativações de marca e escolhe de quais eventos participa. Especifica, prescreve e é ouvida.
Lidera branding em uma incorporadora. Procura conteúdo que conecte produto, cidade e cultura, e mede valor por relacionamento qualificado, não por alcance.
Programa exposições e ativações. Valoriza editorial com boa fotografia, texto autoral e circulação nos públicos certos, e evita qualquer coisa que pareça publicidade.
Dirigida e aberta, nunca massificada.
Os três mil exemplares de cada edição circulam de duas formas, sempre em lugares onde o design está em sintonia com quem lê.
Cadastrados no amano — CLUBE, concierge do Pátio Batel, Hotel Nomaa, dsgselo, ôda design, SCA, galeria Simões de Assis e Centro Europeu, entre outros pontos em conversa.
Para ampliar o contato com o público, o veículo amano circula por parques, ruas e lugares de alta frequência cultural, criando pontos de encontro com leitores que ainda não fazem parte do clube. Cada aparição é também um registro fotográfico.
O papel está voltando. E não é acaso.
Não é nostalgia. É resposta a um cansaço real: quanto mais rápido o mundo rola a tela, mais valor ganha o que pede tempo, peso e presença.
A economia criativa é um bloco econômico próprio.
Um jornal de design não vive de nicho. Vive de um setor que a ONU e a UNESCO classificam como vetor de desenvolvimento e que já sustenta políticas públicas urbanas em todos os continentes.
Londres gera mais de 100 bilhões de libras anuais em indústria criativa. Paris articula arte, luxo e hospitalidade como ativos econômicos. Seul consolidou-se como epicentro estético global por estratégia deliberada de poder cultural.
Divergência declarada. As fontes disponíveis não convergem sobre o peso relativo do setor: há estimativas de cerca de 6% da economia mundial com aproximadamente 30 milhões de profissionais, e estimativas de cerca de 3,1% com aproximadamente 48 milhões. A diferença vem do recorte de atividades incluídas na conta. Preferimos apresentar as duas leituras a escolher a mais conveniente.
Classificação de fontes conforme o padrão de OFÍCIO — amano: T1 para consultoria e organismo de referência, T2 para fonte oficial ou estatística, T3 para pesquisa comercial de mercado.
Oito marcas por ano. Não mais que isso.
A presença de marca no amano — JOURNAL não é anúncio: é coautoria editorial. A marca ganha uma página curatorial por edição, escrita sobre o universo dela e não sobre ela, criada pela curadoria da casa e aprovada esteticamente antes de ir para a gráfica.
O limite de oito cotas não é escassez de marketing. É a condição que mantém o jornal legível como jornal.
Página curatorial em cada uma das quatro edições, criada pela curadoria e guiada pelos estados de ser. Fotografia autoral ou acervo aprovado, com direitos de uso para portfólio e canais próprios em versão digital.
Quatro lançamentos de edição com convites VIP e branding ambiental discreto, quatro mesas de discussão editorial com participação quando houver aderência temática, e quatro experiências VIVER — amano com cocriação sensorial quando pertinente.
Distribuição dirigida a quem decide em arquitetura, design, arte e incorporação. Circulação em estúdios, galerias e espaços de influência, com conversa direta com formadores de opinião.
Governança curatorial com aprovação de layout e texto, créditos em linguagem do jornal e coerência exigida com materiais, processos e verdade de produto. Elegância como regra, não como pedido.
Relatórios curtos após cada encontro com aprendizados e próximos movimentos, e sessões trimestrais de alinhamento de temas e calendário. Decisões guiadas por método, não por impressão.
Acesso a amano — CLUBE, conexões por amano — CONEXÕES e caminhos naturais para projetos especiais e experiências cocriadas com ESSÊNCIA — amano.
Contrato de doze meses a partir da assinatura, com datas das quatro edições e dos doze encontros alinhadas no início de cada trimestre. Pode haver exclusividade por categoria em edições específicas, conforme disponibilidade e aderência.
O que protege a experiência.
Estas regras valem para todas as marcas curadoras e para todos os encontros. Elas existem porque a elegância do produto depende delas, e são apresentadas antes da negociação, nunca depois.
Não há anúncios, pitch de venda, brinde intrusivo ou fala comercial nos encontros. Tudo é conteúdo, experiência e conversa.
A lista de convidados é construída pela curadoria da casa. Sugestões da marca são bem-vindas e passam por aprovação para preservar o perfil do público.
Existe limite de páginas curatoriais por edição e de ativações por encontro. Ordem e posição seguem critérios editoriais, não ordem de compra.
Toda participação é construída como conteúdo sobre o universo da marca, e não sobre a marca. Texto, imagem e layout passam por aprovação estética.
Convites são pessoais. Trocas precisam ser informadas para revalidação do perfil do convidado. Convites extras dependem de disponibilidade.
Captação de foto e vídeo é feita por equipe da casa, com termos de imagem e privacidade aceitos por todos os convidados. A marca recebe um conjunto de fotos com crédito e licença editorial.
O conjunto completo de padrões e políticas, incluindo prazos de material, embargos e conflitos de categoria, integra o contrato e é entregue junto com a proposta.
O jornal é a porta de entrada de um universo.
Quem lê amano — JOURNAL entra em contato com um sistema maior, construído pela casa ao longo do tempo. Cada frente alimenta e é alimentada pelo editorial.
Relações e comunidade por convite, formada por design e cultura. conhecer →
Encontros e experiências presenciais onde a filosofia da casa vira vivência. conhecer →
Relações e presenças estratégicas conduzidas com critério cultural. conhecer →
Consultoria de criatividade e inovação da casa criativa. conhecer →
Palestras, workshops de Claude aplicada, mediações e cursos. conhecer →
Cocriação com marcas, profissionais e artistas. conhecer →
Isso não é sobre imprimir palavras num papel. É sobre dar tempo para que uma ideia amadureça antes de chegar até você.
Marcas e instituições podem integrar o jornal em regime de coautoria editorial, nunca como espaço publicitário. Os formatos, as condições e o calendário de fechamento estão no media kit, enviado sob solicitação.
Enviamos o documento completo com público, alcance, formatos de participação, prazos e faixas de investimento das próximas edições.
A distribuição é dirigida e gratuita. A base principal são os integrantes de amano — CLUBE, e exemplares ficam disponíveis nos pontos curados. O ingresso no clube é por convite e curadoria.
Trimestral, quatro edições por ano. Tabloide de 20 páginas, papel Pólen no miolo, impressão offset, tiragem de 3.000 exemplares numerados por lote. Doze mil exemplares circulam ao longo do ano.
Porque o intervalo é parte do produto. Três meses dão tempo real de maturação a cada pauta, e é esse tempo que separa o jornal de uma publicação de atualidades. O ciclo trimestral também casa com o calendário de encontros.
Sim, em regime de coautoria editorial, com uma página curatorial por edição. O que não existe é espaço publicitário no sentido convencional: sem anúncio, sem selo promocional, sem chamada de venda. São oito cotas por ano.
Quatro páginas curatoriais no ano, presença nos doze encontros com até quatro convites por edição, quatro micropeças editoriais digitais, relatórios pós-evento, sessões trimestrais de alinhamento e acesso ao ecossistema da casa. O detalhamento está na seção de marcas curadoras.
A marca aprova esteticamente e valida informação técnica. A criação é da curadoria e o texto é sobre o universo da marca, não sobre a marca. Essa distinção é o que faz a página funcionar como conteúdo em vez de anúncio.
Cota anual, com contrato de doze meses e reserva de posição por ordem de confirmação. Há condições diferenciadas para marcas fundadoras e opções de parcelamento. O valor é apresentado em proposta, depois da conversa de aderência.
Pode haver, em edições específicas, conforme disponibilidade e aderência temática. Conflitos entre marcas de mesma categoria são avaliados caso a caso antes da reserva.
Não mantemos redes sociais ativas para o jornal. Foi uma escolha, não uma ausência. Certas ideias precisam de silêncio para existir com integridade. As micropeças digitais das marcas curadoras circulam nos canais delas.
A distribuição é definida por perfil de destinatário, não por geografia. O veículo próprio circula fisicamente, e a base dirigida alcança quem é relevante independentemente da praça.
Toda relação começa com uma conversa. Conte o contexto e o desafio, e respondemos com uma leitura inicial do cenário.
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