amano — OFÍCIO: consultoria de criatividade e inovação

Muralista pintando no andaime
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OFÍCIOamano

Direção criativa aplicada a problemas de negócio.

Consultoria de criatividade e inovação. Sentamos à mesa com quem decide, olhamos para o problema e desenhamos a solução: modelo de negócio, produto, marca ou parceria.

o problema

Diagnóstico não é direção. E quase todo mundo entrega diagnóstico.

Empresas hoje têm mais dado do que conseguem usar. Consultoria de gestão entrega análise e recomendação de eficiência. Agência entrega execução de comunicação. Entre as duas existe um vazio: quem transforma leitura de mercado e de cultura em uma ideia que muda o negócio.

Esse vazio é caro. É onde morrem lançamentos corretos e sem graça, reposicionamentos que só trocam o logotipo, e portfólios que crescem sem ganhar sentido. Não falta informação. Falta alguém que decida o que fazer com ela.

É esse o lugar de OFÍCIO — amano.

R$ 393 bi
Produção da indústria criativa brasileira, 3,59% do PIB, com emprego crescendo ao dobro da média nacional.
Firjan e Observatório Itaú Cultural
17,5%
Fatia do valor total da produção moveleira gerada por apenas 8,8% das empresas: as que trabalham sob projeto, e não sob volume.
IEMI, 2024
R$ 127,7 bi
Consumo brasileiro em móveis e itens para o lar em 2024, com alta de 10,6% sobre o ano anterior, puxada por valor e não por volume.
IEMI Inteligência de Mercado

Os três dados descrevem o mesmo movimento em um setor que conhecemos bem: o valor está migrando para quem projeta em vez de quem produz em escala. O movimento não é exclusivo do mobiliário. É a razão pela qual criatividade deixou de ser despesa de marketing e virou variável de margem.

o que é

Somos direção criativa, não gestão.

OFÍCIO — amano é a frente de consultoria da casa. Não fazemos consultoria financeira, administrativa nem de processos. Fazemos consultoria de criatividade e inovação: entramos em um problema de negócio e devolvemos um caminho criativo viável para ele.

Isso significa que o setor importa menos do que a pergunta. Já trabalhamos em design, arquitetura, materiais, moda, gastronomia, hospitalidade, varejo e incorporação, e o método funciona igualmente em uma indústria, um serviço ou uma instituição. O que trazemos é repertório cultural, leitura de tendência e capacidade de conectar coisas que ninguém tinha conectado ainda.

A comparação mais honesta não é com uma consultoria. É com um diretor criativo que entende de negócio, sentado do seu lado da mesa.

designarquiteturamateriaismodagastronomiahospitalidadevarejoincorporaçãoindústriainstituições

Setores em que já atuamos. A lista descreve trajetória, não limite: o método parte da pergunta, não da categoria.

escopo

Desenhamos o plano. Não executamos por você.

Ser explícito sobre isso protege os dois lados. Nosso valor está na formulação, e uma consultoria que também executa tende a recomendar aquilo que sabe executar.

Podemos acompanhar a implementação como conselho, e frequentemente acompanhamos. Mas o acompanhamento é extensão do trabalho, nunca o trabalho.

o que fazemos
  • Enquadrar o problema real, que quase nunca é o apresentado
  • Trazer leitura de tendência, comportamento e cultura
  • Formular hipóteses e conceitos de solução
  • Desenhar modelo de negócio, oferta, produto ou parceria
  • Confrontar a ideia com mercado, especialistas e nossa rede
  • Entregar plano de direção com prioridade, prazo e responsável
  • Acompanhar a execução como conselho, quando contratado
o que não fazemos
  • Produzir campanha, peça publicitária ou conteúdo de rotina
  • Comprar mídia ou operar redes sociais
  • Implementar sistema, obra ou linha de produção
  • Substituir time interno em função operacional
  • Consultoria financeira, contábil, tributária ou de processos
  • Entregar relatório que termina no diagnóstico
  • Recomendar o que só nós poderíamos executar
Pasta de couro fechada sobre console de mármore
O plano é nosso. A execução continua sua.
escopo
territórios

Quatro tipos de problema.

Todo projeto entra por uma dessas portas. Muitos atravessam mais de uma, porque raramente um problema de produto é só de produto.

Peça única apresentada sobre pedestal
01

modelo de negócio

Como a empresa ganha dinheiro e por que isso está ficando frágil. Nova unidade de receita, migração de volume para valor, arquitetura de oferta, entrada em categoria adjacente, tese de expansão.

para quem vende bem e cresce pouco
Mesa servida em salão de hospitalidade
02

produto e experiência

O que se projeta, se serve, se veste ou se habita. Conceito de produto ou linha, materialidade, desenho de experiência, espaço comercial, hospitalidade, embalagem e ritual de uso.

para quem precisa de um próximo lançamento com tese
Lacre aplicado sobre envelope numerado à mão
03

marca e narrativa

O lugar que a marca ocupa na cabeça de quem decide. Território de posicionamento, narrativa, arquitetura de marca, plataforma de conteúdo próprio, construção de autoridade cultural.

para quem é bom e ninguém sabe
Duas pessoas diante de uma única peça iluminada
04

parceria e ecossistema

Crescer com quem já tem o que falta. Desenho de colaboração autoral, co-branding, patrocínio cultural com retorno mensurável, rede de aliados, programa curatorial próprio.

para quem cresce mais junto do que sozinho
Quadro com notas adesivas organizando um diagnóstico estratégico
O problema apresentado quase nunca é o problema real.
enquadramento
método

Cinco movimentos.

A mesma sequência em todo projeto, com profundidade proporcional ao escopo. Cada movimento tem entregável próprio, para que ninguém precise esperar o fim para ver trabalho.

observar

Imersão no negócio e no campo. Entrevistas com liderança, time e clientes, visita a operação e ponto de venda, leitura de concorrência simbólica e do repertório cultural do setor. Sai daqui o retrato de onde a empresa realmente está.

enquadrar

Redefinição do problema. Quase todo projeto chega com o sintoma no lugar da causa: "precisamos de um novo produto" costuma ser um problema de oferta, de canal ou de narrativa. Este movimento determina o valor de todos os outros.

traduzir

Cruzamento entre o problema enquadrado e os sinais de mercado, comportamento e cultura, com fontes classificadas por confiabilidade. É onde a tendência deixa de ser assunto de palestra e vira implicação concreta para o seu negócio.

desenhar

A parte criativa, que é o núcleo do trabalho. Hipóteses de solução, conceitos, modelos e caminhos, sempre em mais de uma direção, com o custo e a consequência de cada uma declarados. Aqui trabalhamos em sessão conjunta com o cliente.

provar

Antes de entregar, a ideia é confrontada: com especialistas do setor, com dados de mercado e com a rede da casa, que reúne decisores e prescritores dos territórios em que atuamos. O que não sobrevive ao confronto não entra no plano.

Encerramos com o plano de direção e uma sessão de passagem para o time que vai executar. Se o acompanhamento for contratado, ele começa a partir daí, em encontros de cadência definida.

Armário de arquivo sob medida com gaveta aberta
O repertório não se improvisa. Ele se acumula.
arquivo da casa
instrumentos

Com o que trabalhamos.

Ferramentas combinadas conforme a pergunta. Nenhum projeto usa todas; todo projeto declara quais usou.

pesquisa de campo internacional

Presença continuada em semanas de design, bienais e feiras, de Milão e Veneza a Londres, Xangai, Nova York e Cidade do México, transformada em arquivo vivo de referências e movimentos emergentes.

o repertório que sustenta a leitura

escuta qualitativa

Entrevistas em profundidade com decisores, prescritores, especialistas e clientes finais, conduzidas por nós e não terceirizadas. Programas de ciclo longo acompanham mudança de comportamento ao longo dos anos.

o que número nenhum explica

hierarquia de fontes

Toda evidência é classificada em três níveis: consultoria de referência, fonte oficial ou estatística, e pesquisa comercial de mercado. Quando duas fontes divergem, declaramos a divergência em vez de escolher a mais conveniente.

T1 · T2 · T3

a rede da casa

amano — CLUBE reúne uma rede curada de empresários, executivos, arquitetos, chefs, artistas e colecionadores. É um painel qualificado ao qual temos acesso direto, capaz de testar uma hipótese em dias.

nosso ativo menos replicável

cenários e prospectiva

Construção de futuros alternativos para o setor, com sinais de antecedência associados a cada cenário, de modo que a empresa saiba não só o que pode acontecer, mas o que observar para reconhecer que está acontecendo.

decidir sob incerteza

sessões de direção

Encontros de trabalho com a liderança, conduzidos por nós, em que os conceitos são construídos junto e não apresentados prontos. É o formato que faz a solução ser adotada em vez de arquivada.

criação com o cliente na mesa
Volumes encadernados em couro sobre mesa de nogueira
Quatro portas de entrada, uma mesma exigência.
o que se recebe
formatos

O que se contrata, exatamente.

Quatro formatos, com escopo, prazo e entregáveis definidos. O investimento é apresentado por proposta, depois da conversa de enquadramento.

formato 01 · porta de entrada

estudo prévio

Uma leitura preliminar do seu setor ou da sua questão, entregue antes de qualquer proposta comercial. Sem custo e sem compromisso.

Prazo: 2 a 3 semanas.
Entrega: documento de 15 a 25 páginas com cenário, dados com fontes classificadas e as três a cinco questões que consideramos determinantes, mais uma sessão de devolutiva de 1 hora.

Não é cortesia comercial, é demonstração de método. Quem lê já sabe como pensamos e decide com informação se há afinidade para seguir.
formato 02 · leitura

estudo de território

Pesquisa aplicada sobre um setor, uma categoria, um material ou um comportamento de compra, com implicações práticas para a sua operação.

Prazo: 5 a 8 semanas.
Entrega: estudo completo com hierarquia de fontes declarada, mapa de concorrência simbólica, cenários, de 8 a 12 entrevistas em profundidade e uma apresentação executiva de 90 minutos.

Indicado para quem precisa decidir sobre entrada em categoria, investimento em linha nova ou revisão de tese de mercado.
formato 03 · o carro-chefe

direção criativa de projeto

O trabalho completo: os cinco movimentos aplicados a um problema específico de negócio, produto, marca ou parceria.

Prazo: 10 a 16 semanas.
Entrega: imersão com liderança e campo, documento de enquadramento, estudo de sinais e tendências, de 3 a 5 sessões de direção conduzidas com o seu time, no mínimo dois caminhos de solução desenhados com custo e consequência declarados, plano de direção com prioridade, prazo e responsável, e sessão de passagem para quem vai executar.

É o formato em que a casa entrega o que sabe fazer de mais raro: transformar leitura cultural em decisão de negócio.
formato 04 · relação continuada

conselho criativo

Presença recorrente junto à liderança, para que a direção não morra na apresentação e as decisões do ano tenham a quem consultar.

Prazo: 12 meses, renováveis.
Entrega: encontro mensal de 2 horas com a liderança, dois relatórios semestrais de sinais e movimentos do setor, acesso direto entre encontros para consulta pontual, e prioridade de agenda em demandas urgentes.

Indicado para quem já passou por um projeto conosco, ou para quem precisa de repertório externo em cadência, sem contratar estrutura própria.

Formatos podem ser combinados. Também desenhamos escopos sob medida quando a pergunta não cabe em nenhum deles, o que acontece com frequência e é bem-vindo.

Bandeja de amostras apresentada a uma cliente sentada
Atendimento de um para um, do primeiro encontro à entrega.
como se trabalha
na prática

Perguntas que chegam até nós.

O tipo de problema que entra por esta porta, e a forma que a resposta costuma tomar.

“Vendemos bem, mas somos comparados por preço. Como saímos disso?”

Vira um trabalho de território de marca e arquitetura de oferta: onde existe espaço simbólico não ocupado, o que precisa mudar no produto para sustentar esse lugar, e qual linha entra e qual sai.

modelo de negócio · marca e narrativa

“Precisamos lançar algo novo no ano que vem. O quê?”

Vira leitura de sinais do setor cruzada com a capacidade real da sua operação, e termina em conceitos de produto desenhados com materialidade, público e tese de preço, não em uma lista de ideias.

produto e experiência

“Nosso showroom não converte. É o espaço ou é o time?”

Vira desenho de experiência: o que o espaço comunica antes de alguém falar, o roteiro de visita, o ritual de atendimento e o que precisa existir ali que hoje não existe.

produto e experiência

“Queremos patrocinar cultura, mas não sabemos o quê nem para quê.”

Vira desenho de programa: qual território cultural pertence de fato à marca, que formato gera relação em vez de exposição, e como medir retorno que não seja alcance de mídia.

parceria e ecossistema

“Somos uma indústria e queremos falar direto com o arquiteto.”

Vira arquitetura de relacionamento com prescritores: o que precisa ser produzido, com que frequência, em que formato, e quais portas a rede da casa consegue abrir na largada.

marca e narrativa · parceria

“A empresa cresceu, mas perdeu o fio da história.”

Vira reconstrução de narrativa e arquitetura de marca, incluindo o que fazer com submarcas, linhas herdadas e aquisições que nunca foram integradas ao discurso.

marca e narrativa
como começa

O estudo prévio.

Quase todas as nossas relações começam do mesmo jeito: uma conversa de enquadramento, e depois um estudo preliminar sobre o seu setor ou a sua questão, entregue sem custo e sem compromisso.

Não é cortesia comercial. É demonstração de método. Quem lê um estudo prévio já sabe como pensamos, com que profundidade trabalhamos e se há afinidade suficiente para seguir. A conversa que vem depois começa muito adiante.

Toda fonte usada em nossos estudos é classificada em três níveis: consultoria de referência, fonte oficial ou estatística, e pesquisa comercial de mercado. A classificação aparece no documento. Preferimos declarar a solidez do que afirmamos a afirmar com solidez aparente.

Maquetes de estudo sobre a bancada
O estudo prévio: demonstração de método.
pesquisa em campo
Duas poltronas viradas uma para a outra junto à janela
A conversa que ainda não aconteceu.
convite
próximo passo

peça um estudo prévio

Diga qual setor ou questão te interessa e preparamos uma leitura preliminar. É como começam quase todas as nossas relações.

estudo prévio

Sem custo e sem compromisso. Você recebe um documento com leitura de cenário, dados com fontes classificadas e as questões que consideramos determinantes.

dúvidas frequentes

o que costumam perguntar

Vocês atendem só arquitetura e design?

Não. O método parte da pergunta, não da categoria. Design, arquitetura e materiais são onde temos mais repertório acumulado, mas já trabalhamos com indústria, moda, gastronomia, hospitalidade, varejo e instituições. Se o problema exige uma solução criativa, cabe aqui.

Qual a diferença entre isso e uma agência?

Agência executa comunicação. Nós formulamos a direção antes de existir o que comunicar: modelo de negócio, produto, posicionamento, parceria. Não produzimos campanha nem operamos mídia, e essa separação é deliberada: quem executa tende a recomendar o que sabe executar.

E a diferença para uma consultoria de gestão?

Consultoria de gestão otimiza o que já existe: processo, custo, estrutura, eficiência. Nós trabalhamos no que ainda não existe. Somos contratados quando a resposta certa não é fazer melhor, e sim fazer outra coisa.

Vocês executam o plano depois?

Não. Desenhamos o plano e fazemos a passagem para quem vai executar, seja time interno, agência ou fornecedor. Podemos acompanhar a execução como conselho, no formato de conselho criativo, mas o acompanhamento é extensão do trabalho e nunca o trabalho.

Quanto tempo leva?

Estudo prévio: 2 a 3 semanas. Estudo de território: 5 a 8 semanas. Direção criativa de projeto: 10 a 16 semanas. Conselho criativo: ciclo de 12 meses. Escopos sob medida são dimensionados na proposta.

Como funciona o investimento?

Por projeto, com escopo e entregáveis fechados em proposta, ou por ciclo, no caso do conselho criativo. O valor é apresentado depois da conversa de enquadramento, quando já sabemos o tamanho real do problema. O estudo prévio não tem custo.

O estudo prévio é mesmo gratuito?

Sim. É um investimento nosso na qualidade da conversa. Se houver afinidade, apresentamos uma proposta formal. Se não houver, o estudo continua sendo seu.

Quem conduz o trabalho?

Os dois sócios. A direção de OFÍCIO — amano é de Marcus Yabe, cuja vocação é estratégia e criatividade, e Adriano Tadeu Barbosa entra em todo projeto com a leitura cultural e a pesquisa de campo. Especialistas são acionados por projeto quando o tema exige, sempre identificados ao cliente.

contato

vamos conversar sobre o que você quer construir

Toda relação começa com uma conversa. Conte o contexto e o desafio, e respondemos com uma leitura inicial do cenário.

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