
Da ideia à matéria.
Criação colaborativa, coleções limitadas e licenciamento com marcas, designers, artistas e artesãos.
Colaborar deixou de ser exceção criativa e virou estratégia de crescimento.
A colaboração entre marcas saiu do território do experimento e entrou no planejamento comercial. A grande maioria das empresas que passou a colaborar mais relata efeito direto sobre vendas, e o mercado de licenciamento de marca segue crescendo de forma consistente.
No Brasil, o movimento é reforçado por um dado do próprio setor: o destaque de crescimento tem sido justamente o feito sob medida, as linhas mais exclusivas e os materiais com narrativa própria. É o terreno da colaboração autoral.
O conceito ganha corpo.
ESSÊNCIA — amano é a frente de criação colaborativa. Traduz o repertório da casa em matéria, por meio de colaborações com marcas, designers, artistas, chefs e artesãos.
É onde a tese deixa de ser texto e passa a ser objeto: uma peça, uma coleção, uma linha, um material desenvolvido a quatro mãos, uma experiência que se come ou se habita.
Desenvolvimento de uma peça ou família de peças em coautoria com a marca, do conceito ao protótipo, com narrativa e registro fotográfico próprios.
Edição de tiragem controlada, com numeração e curadoria de canal. A escassez é parte do projeto, não consequência de operação.
Condução conceitual e estética de uma linha existente ou nova, com definição de território, materialidade e linguagem.
Cessão de um conceito curatorial da casa para aplicação em produto ou espaço, com governança estética e aprovação em cada etapa.
Avaliação estética e cultural mútua antes de qualquer desenho. Nem toda marca deve colaborar com a casa, e dizer isso cedo economiza o tempo dos dois lados.
Definição da ideia que sustenta a peça. Sem conceito, o resultado é um produto com assinatura, o que não interessa a ninguém.
Trabalho junto ao processo produtivo real da marca, com respeito às restrições de fabricação e exploração das suas possibilidades.
Construção do texto, da fotografia e do material de apresentação. A história do objeto é parte do objeto.
Lançamento articulado com as demais frentes da casa, do JOURNAL aos encontros de VIVER.
Os modelos de remuneração variam conforme a natureza do projeto e incluem participação em vendas, royalties sobre a linha e edição própria com divisão acordada.
A primeira etapa é sempre uma avaliação mútua. Conte o que você faz, como fabrica e o que gostaria de criar.
Toda relação começa com uma conversa. Conte o contexto e o desafio, e respondemos com uma leitura inicial do cenário.
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