pular para o conteúdo
Mesas de escritório alinhadas com tapete de ginástica enrolado e fruteira sobre uma delas, piso em aguada dourada
← artigos
tendências

wellness corporativo, o que a evidência sustenta

O mercado que vende bem-estar no trabalho é o único que encolheu em dólares, e os dois melhores experimentos já feitos não acharam retorno econômico.

por Marcus Yabe · publicado em · atualizado em · leitura de 10 minutos

Wellness corporativo é o conjunto de programas que um empregador contrata e paga para melhorar a saúde e o comportamento dos seus empregados, de ginástica laboral a rastreamento clínico e aplicativo de meditação. É o único dos onze setores da economia global de bem-estar que encolheu em 2024 quando medido em dólares: de US$ 54,1 bilhões em 2023 para US$ 53,3 bilhões, queda de 1,5%, segundo o GWI Monitor 2025.

A coincidência entre o dado de mercado e o dado científico torna esta pauta diferente das outras do setor. O mercado parou de crescer, e os dois maiores experimentos já feitos sobre o produto que ele vende não encontraram retorno econômico. O próprio instituto pondera que parte da queda é efeito de câmbio e que a despesa medida pode cair mesmo quando o esforço do empregador cresce, por migrar para rubricas que a metodologia não classifica como wellness.

Este artigo não trata de saúde no trabalho como valor. Trata do formato de compra: existe evidência pública de que comprar um programa produza efeito mensurável em saúde clínica, gasto médico, absenteísmo ou desempenho?

O único mercado do bem-estar que encolheu

Entre os onze setores que o Global Wellness Institute reúne sob economia de bem-estar, o workplace wellness é o único com variação negativa de 2023 para 2024: de US$ 54,1 bilhões para US$ 53,3 bilhões, queda de 1,5%. No mesmo intervalo o total da economia de bem-estar cresceu 7,9%. O instituto o descreve como the only stagnant market.

A distância aparece maior na série longa. Entre 2019 e 2024, segundo o Monitor 2025, o workplace wellness cresceu 0,7% ao ano, o menor número do conjunto, contra 6,2% ao ano do total. No mesmo quinquênio, mental wellness cresceu 12,4% ao ano e wellness real estate, 19,5%. Não é o tema que perdeu tração. É o formato de empregador comprando programa.

O Brasil está na tabela e é pequeno. O GWI coloca o país em 15º lugar mundial em workplace wellness, com US$ 0,51 bilhão em 2024, alta de 3,4% sobre 2023 e média de 2,1% ao ano entre 2019 e 2024. No release do próprio instituto de maio de 2024, com dados de 2022, o Brasil era 16º com US$ 450 milhões. Meio bilhão de dólares num país de mais de 210 milhões de pessoas.

O que o GWI chama de workplace wellness é despesa de empregador, não gasto de consumidor. O apêndice de definições do Country Rankings 2026, páginas 49 e 50, registra que o segmento mede o que a organização desembolsa com bem-estar dos seus trabalhadores. Fica de fora o que o empregado paga do próprio bolso, o plano de saúde e qualquer custo do mal-estar que a empresa produz. O Monitor 2025 é estimativa de entidade setorial, não estatística oficial, e lista 17 patrocinadores industriais, com o patrocínio de pesquisa começando em US$ 19.900 pela tabela publicada pelo instituto.

O que o maior ensaio randomizado do tema achou, e o que não achou

Song e Baicker publicaram na JAMA, em 2019, um ensaio randomizado por clusters com 160 locais de trabalho e 32.974 empregados, de janeiro de 2015 a junho de 2016. Vinte locais de tratamento, com 4.037 empregados, e 140 de controle, com 28.937. É o maior experimento aleatorizado já publicado sobre programa de bem-estar corporativo.

Dois desfechos melhoraram, e os dois são autorrelatados. Exercício regular ficou em 69,8% no tratamento contra 61,9% no controle, diferença ajustada de 8,3 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95% entre 3,9 e 12,8. Manejo ativo de peso ficou em 69,2% contra 54,7%, diferença de 13,6 pontos, com intervalo entre 7,1 e 20,2.

A lista do que não se moveu é o resultado principal: 27 desfechos autorrelatados de saúde e comportamento, incluindo saúde percebida, qualidade do sono e escolhas alimentares; 10 marcadores clínicos, incluindo colesterol, pressão arterial e índice de massa corporal; 38 medidas de gasto e utilização de serviços médicos e farmacêuticos; e 3 desfechos de emprego, que são absenteísmo, permanência no cargo e desempenho.

Os próprios autores escrevem que os achados podem moderar as expectativas sobre o retorno financeiro de programas de bem-estar no curto prazo. Em 2021, na Health Affairs, os dois publicaram o seguimento de três anos e registraram que o acompanhamento mais longo não produziu melhoras detectáveis em desfechos clínicos, econômicos ou de emprego.

1,5%
Queda do mercado global de wellness corporativo de 2023 para 2024, de US$ 54,1 para US$ 53,3 bilhões. É o único valor negativo entre os onze setores da economia de bem-estar.
GWI, Global Wellness Economy Monitor 2025
32.974
Empregados de 160 locais de trabalho no ensaio randomizado por clusters de Song e Baicker, com 18 meses de acompanhamento e dois desfechos autorrelatados melhorados.
Song e Baicker, JAMA, 2019
84%
Parcela das estimativas anteriores sobre gasto médico e absenteísmo excluída pelos intervalos de confiança de 95% do experimento de Illinois, com quase 5.000 empregados.
Jones, Molitor e Reif, The Quarterly Journal of Economics, 2019

O experimento de Illinois e as estimativas que ele descarta

O Illinois Workplace Wellness Study, publicado por Jones, Molitor e Reif no Quarterly Journal of Economics em 2019, randomizou elegibilidade e incentivo financeiro no nível individual, com quase 5.000 empregados acompanhados por mais de dois anos. É o desenho que separa efeito de programa de efeito de quem escolhe participar.

O programa aumentou persistentemente a taxa de rastreamento de saúde. Fora isso, os autores escrevem que não encontram efeitos causais significativos do tratamento sobre despesa médica total, outros comportamentos de saúde, produtividade do empregado ou estado de saúde autorrelatado depois de mais de dois anos.

O número mais forte da literatura inteira está nesse artigo. Os intervalos de confiança de 95% do estudo excluem 84% das estimativas anteriores publicadas sobre gasto médico e absenteísmo. É um resultado nulo preciso o bastante para dizer que a maior parte da literatura anterior estava fora do intervalo do possível.

No ano anterior à intervenção, os participantes do programa já tinham despesa médica menor e comportamentos mais saudáveis que os não participantes. Quem adere a programa de bem-estar é, em média, mais saudável antes de aderir. Estudo sem aleatorização credita ao programa uma diferença que já existia, e o erro é sistemático, não aleatório.

EstudoDesenhoAmostraO que melhorouO que não melhorou
Song e Baicker, JAMA, 2019Ensaio randomizado por clusters, 18 meses32.974 empregados em 160 locais de trabalhoExercício regular e manejo ativo de peso, ambos autorrelatados27 desfechos autorrelatados, 10 marcadores clínicos, 38 medidas de gasto e uso médico, 3 desfechos de emprego
Song e Baicker, Health Affairs, 2021Seguimento do mesmo ensaio, três anos25 locais de tratamento, cinco acrescentados no meio, e 135 de controleNada detectável a maisDesfechos clínicos, econômicos e de emprego
Jones, Molitor e Reif, QJE, 2019Randomização individual de elegibilidade e de incentivo, mais de dois anosQuase 5.000 empregadosTaxa de rastreamento de saúde, de forma persistenteDespesa médica total, outros comportamentos, produtividade e saúde autorrelatada
Peñalvo et al., The Lancet Public Health, 2021Revisão sistemática e metanálise de 82 randomizados e 39 quase-experimentais121 estudos, mediana de 413 participantes e 9 mesesIMC, circunferência abdominal, pressão sistólica, LDL e consumo de frutas e vegetais, em magnitudes pequenas, mais sete desfechos de magnitude menorVegetais isolados, fibra, gordura poli-insaturada, gordura corporal, relação cintura-quadril e massa magra
Javanmardi et al., BMC Public Health, 2025Revisão sistemática, trabalhadores industriais39 estudos, de 25.555 triadosNada conclusivoAchados considerados inconclusivos pelo alto risco de viés

O que as revisões sistemáticas somam, e com quanta heterogeneidade

Peñalvo e colegas publicaram na Lancet Public Health, em 2021, a maior metanálise do tema: 121 estudos selecionados de 10.169 resumos triados, sendo 82 randomizados e 39 quase-experimentais, com mediana de 413 participantes e nove meses de intervenção. Os efeitos agrupados são estatisticamente significativos e clinicamente pequenos.

Índice de massa corporal de 0,22 kg/m² a menos, com intervalo de confiança de 95% entre 0,17 e 0,28; circunferência abdominal de 1,47 cm a menos; pressão sistólica de 2,03 mmHg a menos; LDL de 5,18 mg/dL a menos; e 0,27 porção a mais de frutas e vegetais por dia. Outros sete desfechos melhoraram em magnitude ainda menor, entre eles peso corporal, pressão diastólica, glicemia de jejum e triglicerídeos. São nove meses de intervenção para isso.

Em seis desfechos não houve benefício: vegetais isolados, fibra, gordura poli-insaturada, gordura corporal, relação cintura-quadril e massa magra. E a heterogeneidade entre estudos ficou entre 46,9% e 91,5%, faixa alta o bastante para que a média agrupada esconda resultados que discordam. Os autores concluem que a heterogeneidade identificada nos desenhos e nos resultados deve ser considerada quando esses programas forem usados como estratégia para melhorar saúde cardiometabólica.

A revisão mais recente é mais dura. Javanmardi e colegas, na BMC Public Health de 2025, avaliaram 39 estudos selecionados de 25.555 triados, todos com trabalhadores industriais em trabalho manual de vinte horas semanais ou mais, e escrevem que os achados gerais são inconclusivos pelo alto risco de viés, e que os resultados devem ser interpretados com cautela.

No Brasil, risco psicossocial virou obrigação de gestão em maio de 2026

A Portaria MTE nº 1.419, de 27 de agosto de 2024, deu nova redação ao capítulo 1.5 da Norma Regulamentadora nº 1. O item 1.5.3.1.4 passou a determinar que o gerenciamento de riscos ocupacionais abranja os riscos relacionados aos fatores ergonômicos, incluindo os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho. A vigência foi prorrogada para 26 de maio de 2026.

A cronologia importa e costuma ser contada errada. A Portaria 1.419 foi publicada no Diário Oficial de 28 de agosto de 2024 e previa vigência 270 dias depois. Em 15 de maio de 2025, a Portaria MTE nº 765 prorrogou até 25 de maio de 2026 o início de vigência da nova redação do capítulo 1.5 inteiro, e não apenas da parte psicossocial. Desde 26 de maio de 2026 o texto está em vigor.

O que a norma obriga é diferente do que o mercado vende. O item 1.5.3.2 manda a organização evitar ou eliminar perigos, identificar perigos e possíveis agravos, avaliar riscos indicando nível, classificar, implementar medidas e acompanhar o controle. O item 1.5.3.2.1 manda considerar as condições de trabalho, nos termos da NR-17, incluindo os fatores de risco psicossociais. É obrigação de gestão de risco organizacional registrada no programa de gerenciamento de riscos, não obrigação de oferecer benefício.

O contraponto brasileiro de magnitude vem da Previdência. Levantamento da Associação Nacional de Medicina do Trabalho sobre dados do INSS, divulgado em 27 de janeiro de 2026, contou 219.850 benefícios concedidos por transtornos mentais em 2023, 367.909 em 2024 e 393.670 até novembro de 2025, mesmo sem dezembro 79% acima de todo o ano de 2023. Só o código F41, outros transtornos ansiosos, foi de 81.874 para 157.235 casos, cerca de 40% do total. Os registros de burnout passaram de 1.760 para 6.985. As aposentadorias por invalidez por causa mental foram de 1.849 em 2023 para 5.358 em 2025.

O que a evidência não diz, e o que se vende como se ela dissesse

A fórmula que promete retorno múltiplo por unidade investida em bem-estar corporativo é retórica de venda, não achado experimental. Os dois ensaios randomizados grandes do tema mediram exatamente as variáveis dessa promessa, gasto médico e absenteísmo, e não encontraram efeito. O intervalo de confiança de Illinois exclui a maior parte das estimativas que sustentam a fórmula.

Vale separar três afirmações que costumam viajar juntas. Que adoecimento mental na população segurada cresce rápido: os dados compilados pela ANAMT sustentam, sem estabelecer nexo com o trabalho. Que programas comprados de bem-estar corrigem esse problema: os experimentos não sustentam. Que a compra do programa devolve dinheiro em prazo determinado: nenhuma evidência aleatorizada sustenta, e é essa a que aparece em quase toda apresentação comercial. A casa já auditou o ROI do design com o mesmo problema de identificação.

Há ainda um uso indevido de fonte. O relatório da OECD Employee engagement and well-being, capítulo de Workforce Insights from Central Governments, publicado em 11 de setembro de 2025 com dados da pesquisa de 2024 em servidores de administrações centrais, não avalia eficácia de programa de bem-estar. Ele mede dois índices, engajamento e bem-estar, e conclui que o driver mais impactante dos dois é aprendizagem e desenvolvimento. Citá-lo como prova de que programa de wellness funciona é trocar o objeto do estudo.

E o relatório precisa ser lido com o cuidado que ele mesmo pede. Os autores registram que o dado de afastamento por doença é autorrelatado, que o afastamento real pode ser maior e que é possível que pessoas em licença longa não tenham respondido à pesquisa. O documento ainda se contradiz internamente sobre burnout, dizendo cerca de um terço dos empregados numa seção, mais de um quarto no capítulo de abertura e mais de 40% dos respondentes na conclusão. Quem citar um dos dois números sem sinalizar a inconsistência está publicando o erro, não o dado.

Menos benefício comprado, menos mal-estar produzido

A leitura que sobrevive à evidência é de deslocamento, não de abandono. O que não se sustenta é comprar programa e esperar retorno econômico mensurável. O que a NR-1 passou a exigir é intervenção na organização do trabalho, e o driver que a OECD mede como mais impactante é aprendizagem e desenvolvimento, não benefício.

A diferença prática é de objeto de compra. Um programa de bem-estar tem fornecedor, contrato e adesão voluntária, e a adesão voluntária é o mecanismo que produz a seleção descrita no estudo de Illinois. Um gerenciamento de risco psicossocial é processo interno, com inventário de perigos, nível de risco classificado e plano de ação documentado, que vale também para quem não adere.

Isso não torna o programa inútil. Torna a promessa outra. Os efeitos que a evidência sustenta são comportamentais, autorrelatados e pequenos, e um empregador pode querer isso pelo que vale, como mantém uma cultura criativa sem exigir dela múltiplo financeiro. O erro não é oferecer. O erro é prometer retorno que dois experimentos não encontraram.

Nenhum desses estudos mediu intervenção na organização do trabalho, e portanto nenhum deles prova que carga, autonomia e liderança funcionam. Prova que o formato testado falhou, e deixa a alternativa organizacional onde toda hipótese razoável começa, sem teste.

O caminho que sobra não é comprar mais bem-estar. É produzir menos mal-estar, e agora, no Brasil, isso deixou de ser escolha de orçamento e virou item de norma.

perguntas frequentes

programa de bem-estar corporativo reduz custo com saúde

Os dois maiores ensaios randomizados do tema não encontraram isso. Song e Baicker, na JAMA de 2019, com 32.974 empregados, não acharam efeito em 38 medidas de gasto e uso de serviços médicos. Jones, Molitor e Reif, no Quarterly Journal of Economics de 2019, não acharam efeito causal sobre despesa médica total depois de dois anos.

o que os estudos randomizados de wellness corporativo conseguiram melhorar

Comportamento autorrelatado e adesão a rastreamento. No ensaio de Song e Baicker, exercício regular subiu de 61,9% no controle para 69,8% no tratamento e manejo ativo de peso, de 54,7% para 69,2%, ambos autorrelatados. No estudo de Illinois, a taxa de rastreamento de saúde aumentou de forma persistente. Nenhum marcador clínico se moveu.

por que tantos estudos anteriores mostravam retorno alto

Por seleção. Jones, Molitor e Reif registram que, no ano anterior à intervenção, os participantes já tinham despesa médica menor e comportamento mais saudável que os não participantes. Quem adere é diferente de quem não adere, e estudo sem aleatorização atribui ao programa uma diferença que já existia antes dele.

o mercado de bem-estar no trabalho está crescendo

Não. Segundo o GWI Monitor 2025, o workplace wellness caiu de US$ 54,1 bilhões em 2023 para US$ 53,3 bilhões em 2024, queda de 1,5%, o único valor negativo entre os onze setores da economia de bem-estar. Em cinco anos cresceu 0,7% ao ano, também o menor do conjunto.

a NR-1 obriga a empresa a cuidar da saúde mental dos empregados

A NR-1, com a redação da Portaria MTE nº 1.419, de 27 de agosto de 2024, obriga a incluir os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no gerenciamento de riscos ocupacionais. É obrigação de identificar, avaliar e controlar risco organizacional, não de oferecer benefício. A vigência foi prorrogada para 26 de maio de 2026.

Retrato de Marcus Yabe
sobre o autor

Marcus Yabe

sócio-fundador · estratégia e criatividade

Trabalha no encontro entre estratégia, comunicação, negócios, conteúdo e relações. Foi CEO do LIDE Paraná, diretor executivo da Paraná Business e publisher da TOPVIEW.

fontes
  1. Global Wellness Institute, Global Wellness Economy Monitor 2025, novembro de 2025, dados de 2024
  2. Song Z, Baicker K. Effect of a Workplace Wellness Program on Employee Health and Economic Outcomes: A Randomized Clinical Trial. JAMA, 2019
  3. Song Z, Baicker K. Health And Economic Outcomes Up To Three Years After A Workplace Wellness Program. Health Affairs, 2021
  4. Jones D, Molitor D, Reif J. What Do Workplace Wellness Programs Do? Evidence from the Illinois Workplace Wellness Study. The Quarterly Journal of Economics, v. 134, n. 4, 2019, p. 1747-1791
  5. Peñalvo JL et al. Effectiveness of workplace wellness programmes for dietary habits, overweight, and cardiometabolic health: a systematic review and meta-analysis. The Lancet Public Health, v. 6, n. 9, 2021, p. e648-e660
  6. Javanmardi S, Rappelt L, Zangenberg S, Heinke L, Baumgart C, Niederer D, Freiwald J. Effectiveness of workplace health promotion programs for industrial workers: a systematic review. BMC Public Health, v. 25, art. 168, 2025
  7. Global Wellness Institute, comunicado de imprensa de 19 de novembro de 2025, com a expressão the only stagnant market
  8. Global Wellness Institute, comunicado de imprensa de 9 de maio de 2024, ranking de países com dados de 2022
  9. Global Wellness Institute, Country Rankings 2026, fevereiro de 2026, apêndice de definições
  10. Global Wellness Institute, página de patrocínio de pesquisa, consultada em 18 de agosto de 2026
  11. Brasil, Ministério da Previdência Social, comunicado de janeiro de 2026 sobre benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais e comportamentais em 2025
  12. Brasil, Ministério do Trabalho e Emprego, Portaria MTE nº 1.419, de 27 de agosto de 2024, nova redação do capítulo 1.5 da NR-1
  13. Brasil, Ministério do Trabalho e Emprego, Portaria MTE nº 765, de 15 de maio de 2025, prorrogação da vigência
  14. Associação Nacional de Medicina do Trabalho, levantamento sobre dados do INSS, 27 de janeiro de 2026
  15. OECD, Employee engagement and well-being, capítulo de Workforce Insights from Central Governments, 11 de setembro de 2025
continue

O tema não termina aqui.

report · tendências da cultura material

A página-pilar deste conjunto: economia criativa, experiência, design e cidade.

report

silêncio e atenção como produto

Outro produto de bem-estar vendido para dentro da rotina de trabalho, com o mesmo problema de retorno não medido.

artigo

a academia virou âncora de empreendimento

Um benefício físico concreto que a empresa pode comprar, contra o programa que os dois maiores ensaios não conseguiram provar que funciona.

artigo
conhecer a frente OFÍCIO