pular para o conteúdo
Uma mão solta itens de higiene sobre uma bandeja compartimentada, com aguada dourada cruzando a bandeja na diagonal
← artigos
mercados

quanto custa cuidar de si

O gasto com o próprio corpo não sai de uma linha do orçamento, sai de dezenas.

por Marcus Yabe · publicado em · atualizado em · leitura de 10 minutos

Bem-estar não é uma rubrica do orçamento doméstico brasileiro. O gasto com o próprio corpo é uma despesa dispersa, que a estatística pública registra em classificações separadas e nunca consolida numa linha só. Na Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017-2018 do IBGE, a família brasileira gastou em média R$ 302,06 por mês com assistência à saúde e R$ 136,82 com higiene e cuidados pessoais, sobre uma despesa total de R$ 4.649,03 (IBGE, POF 2017-2018, SIDRA tabela 6715).

Quem procura o valor que o brasileiro gasta consigo mesmo espera um número. Não há. Há uma pesquisa domiciliar que representa 69.017.704 famílias, de tamanho médio de 3,00 pessoas, e distribui o que elas gastam por onze grupamentos de consumo (IBGE, POF 2017-2018, SIDRA tabelas 6715 e 6977). Nenhum se chama bem-estar. O cuidado entra repartido entre remédio, plano, sabonete, cabeleireiro, dentista e almoço fora.

Este artigo faz o que os textos irmãos deste bloco não fazem. O bem-estar no Brasil em números mede o agregado do Global Wellness Institute, e bem-estar não é assistência à saúde separa saúde regulada de bem-estar. Aqui o objeto é o orçamento da casa, e a resposta começa pelo que a base não tem.

Por que não existe uma linha chamada bem-estar no orçamento

A POF classifica despesa por natureza do produto, não por intenção de quem compra. Um creme é higiene, um comprimido é assistência à saúde, um tênis é vestuário e uma salada num restaurante é alimentação fora do domicílio. Cuidar de si atravessa todas essas caixas, e a pesquisa não tem como saber por que a compra foi feita.

É a diferença entre uma classificação estatística e uma categoria de marketing. A POF 2017-2018 define despesas de consumo como aquisições que atendem diretamente a necessidades e desejos pessoais, e as organiza em onze grupamentos, de alimentação e habitação a higiene e cuidados pessoais, assistência à saúde, recreação e cultura e serviços pessoais (IBGE, POF 2017-2018, Perfil das despesas no Brasil, 2020). Onze caixas, nenhuma desenhada para a pergunta deste artigo.

O efeito prático é que a mesma decisão cai em lugares diferentes conforme a forma que assume. Uma família que resolve se cuidar pode contratar um plano, que entra em assistência à saúde, comprar protetor solar, que entra em higiene, ou trocar o almoço da rua por comida de casa, o que aparece como queda em alimentação fora do domicílio. Três movimentos na mesma direção, três linhas distintas.

Não é falha do IBGE, é a consequência de medir o que se compra e não o que se pretende, e reagrupar essas linhas por intenção é obra de quem reagrupa.

O que a POF mede quando mede o gasto com o corpo

A tabela 6715 do SIDRA publica a despesa média mensal por família e a participação de cada rubrica na despesa total. Assistência à saúde vale R$ 302,06 por mês, higiene e cuidados pessoais R$ 136,82, serviços pessoais R$ 48,55 e recreação e cultura R$ 96,16. Cada uma tem subitens, e é neles que a conversa fica concreta.

Dentro de assistência à saúde, o item mais pesado não é o plano: são os remédios, com R$ 135,24 por mês, contra R$ 95,40 de plano ou seguro saúde. Cabeleireiro está fora do grupo de higiene, vive em serviços pessoais, com R$ 29,16.

rubrica da POF 2017-2018R$ por mês% da despesa total% das despesas de consumo
despesa total4.649,03100,0%·
despesas de consumo3.764,5181,0%100,0%
assistência à saúde302,066,5%8,0%
remédios135,242,9%3,6%
plano ou seguro saúde95,402,1%2,5%
consulta médica15,760,3%0,4%
consulta e tratamento dentário14,590,3%0,4%
exames diversos8,950,2%0,2%
higiene e cuidados pessoais136,822,9%3,6%
instrumentos e produtos de uso pessoal72,991,6%1,9%
perfume37,620,8%1,0%
produtos para cabelo17,630,4%0,5%
sabonete8,580,2%0,2%
serviços pessoais48,551,0%1,3%
cabeleireiro29,160,6%0,8%
manicuro e pedicuro9,130,2%0,2%
recreação e cultura96,162,1%2,6%
recreações e esportes21,550,5%0,6%
alimentação658,2314,2%17,5%
alimentação no domicílio442,279,5%11,7%
alimentação fora do domicílio215,964,6%5,7%
vestuário160,253,4%4,3%
educação175,603,8%4,7%

Fonte da tabela: IBGE, POF 2017-2018, SIDRA tabela 6715, Brasil, valores médios mensais por família, e SIDRA tabela 6972 para a divisão de alimentação dentro e fora do domicílio. A participação na despesa total é publicada pelo IBGE. A participação nas despesas de consumo é cálculo da amano sobre os valores da própria POF, dividindo cada rubrica por R$ 3.764,51; as duas linhas de alimentação também são cálculo da amano, porque a tabela 6972 publica o percentual sobre o gasto com alimentação. Os valores combinam despesa monetária e não monetária: o aluguel não monetário responde por R$ 606,15 dos R$ 700,49 de aluguel. Os subitens de assistência à saúde listados não esgotam o grupo: ficam de fora material de tratamento (R$ 13,18), serviços de cirurgia (R$ 10,46), tratamento médico e ambulatorial (R$ 4,45), outras (R$ 2,80) e hospitalização (R$ 1,22). A pesquisa não publica linha de academia, suplemento alimentar, terapia ou consulta psicológica.

A última frase da nota é o achado incômodo. Três categorias que sustentam a conversa comercial sobre bem-estar no Brasil não existem como rubrica na base domiciliar do país.

As duas armadilhas que mudam o número sem mudar o dado

A primeira armadilha é de nomenclatura. Na POF, saúde e assistência à saúde são a mesma rubrica, o grupamento 2.1.6, que vale R$ 302,06 por mês. Tratá-las como duas linhas e somá-las produz R$ 604,12 e leva a saúde de 6,5% para 13,0% da despesa total. O dinheiro é o mesmo, contado duas vezes.

A confusão nasce porque a publicação do IBGE fala em saúde e o SIDRA rotula o grupamento como assistência à saúde. Mesmo objeto. Também não se somam grupo e subitem: remédios, plano, consulta e exames já estão dentro dos R$ 302,06, e cabeleireiro dentro dos R$ 48,55 de serviços pessoais.

A segunda armadilha é de denominador, e é a mais frequente. Os R$ 302,06 valem 6,5% da despesa total e 8,0% das despesas de consumo. A diferença é de um ponto e meio percentual, quase um quarto a mais, e não vem de dado novo. Vem de trocar a base sem avisar.

Nenhuma das duas está errada. A despesa total inclui impostos, contribuições trabalhistas, serviços bancários, aumento do ativo e amortização de dívida, parte dos R$ 884,52 por mês que não são consumo. O erro não é escolher: é publicar sem declarar.

Há uma terceira advertência, que o próprio IBGE publica e quase ninguém repete. Cerca de 30% da despesa com saúde captada pela POF é não monetária, ou seja, é a valoração de bens e serviços obtidos sem pagamento, o que inclui atendimento público (IBGE, POF 2017-2018, Perfil das despesas no Brasil, 2020). Os R$ 302,06 não são o dinheiro que sai do bolso.

R$ 302,06
Despesa média mensal por família com assistência à saúde, equivalente a 6,5% da despesa total e a 8,0% das despesas de consumo.
IBGE, POF 2017-2018, SIDRA tabela 6715
R$ 136,82
Despesa média mensal por família com higiene e cuidados pessoais, equivalente a 2,9% da despesa total e a 3,6% das despesas de consumo.
IBGE, POF 2017-2018, SIDRA tabela 6715
5,0%
Parcela da despesa total gasta com higiene e cuidados pessoais pelas famílias de até R$ 1.908 por mês, contra 1,0% nas famílias acima de R$ 23.850.
IBGE, POF 2017-2018, SIDRA tabela 6715

O que acontece com esse gasto quando a renda sobe

A POF abre cada rubrica por classes de rendimento total e variação patrimonial mensal familiar, os cortes da pesquisa, em múltiplos do salário mínimo de 2018. O gasto com higiene e cuidados pessoais sobe de R$ 75,40 para R$ 288,29 por mês entre a faixa mais baixa e a mais alta, mas cai de 5,0% para 1,0% da despesa total.

É a curva de um bem de primeira necessidade, e ela desmente a leitura de que cuidado pessoal seja consumo de topo. Nas famílias de até R$ 1.908 por mês, higiene e cuidados pessoais pesam quase tanto quanto assistência à saúde.

A participação da saúde é o resultado mais contraintuitivo. Ela quase não se move: 5,9% na faixa mais baixa, 7,1% no pico, entre R$ 9.540 e R$ 14.310, e 5,6% na mais alta. O que muda é a composição. Na faixa mais baixa, remédios custam R$ 62,40 por mês e plano de saúde R$ 6,02. Na mais alta, remédios custam R$ 398,90 e plano R$ 831,13. A mesma parcela do orçamento compra coisas opostas.

A disciplina de denominador vale aqui. Até R$ 1.908, as despesas de consumo são 92,5% do total, e os R$ 88,66 de saúde valem 5,9% do total e 6,4% do consumo. Acima de R$ 23.850, o consumo cai para 65,9%, e os R$ 1.563,41 de saúde valem 5,6% do total e 8,5% do consumo, por cálculo da amano sobre valores da POF. Trocar a base infla mais o topo.

Há um corte que raramente circula. Em despesa per capita mensal, a assistência à saúde é de R$ 94,99 nas famílias com pessoa de referência preta ou parda e de R$ 183,94 quando ela é branca (IBGE, POF 2017-2018, Perfil das despesas no Brasil, 2020).

Quanto daria somar tudo, e por que a amano não publica essa soma

É possível somar rubricas da POF e chamar o resultado de gasto com o corpo. A amano fez a conta para mostrar por que ela não deve virar manchete. Somando assistência à saúde, higiene e cuidados pessoais, serviços pessoais e recreações e esportes, chega-se a R$ 508,98 por mês, ou 10,9% da despesa total e 13,5% das despesas de consumo.

Esse número é uma soma da amano sobre rubricas da POF, não uma medida do IBGE. As quatro rubricas somadas são exatamente estas e nenhuma outra: assistência à saúde, R$ 302,06; higiene e cuidados pessoais, R$ 136,82; serviços pessoais, R$ 48,55; e recreações e esportes, R$ 21,55, subitem de recreação e cultura.

O que a soma deixa de fora é maior do que o que ela contém. Fica fora a alimentação, R$ 658,23 por mês, dos quais R$ 215,96 fora do domicílio, sem marcador que separe comida comprada por saúde de comida comprada por pressa. Fica fora o vestuário, R$ 160,25, que inclui calçado esportivo. Ficam fora suplemento, academia e terapia, sem linha própria. E fica fora o tempo, que nenhuma pesquisa de orçamento mede.

O risco de contar duas vezes é mais direto. Basta acrescentar remédios e cabeleireiro, que já estão dentro dos grupos somados, para o total saltar de R$ 508,98 para R$ 673,38, de 10,9% para 14,5% da despesa total. É o mesmo dinheiro passando duas vezes pela conta, e é assim que se fabrica um mercado.

Por isso a amano publica a tabela e não o total. Uma soma cuja fronteira é escolhida por quem soma não é medida, é enquadramento.

Por que o número do GWI e o número do IBGE não conversam

Segundo o Global Wellness Institute, a economia brasileira de bem-estar valia US$ 125,40 bilhões em 2024, 11ª entre 145 países, com gasto de US$ 592 por habitante contra média mundial de US$ 831 (GWI, Country Rankings 2026). É estimativa de entidade setorial, não estatística oficial, e não mede a mesma coisa que a POF.

São construções distintas em quase tudo. O GWI estima uma economia em dólares por ano, a partir de um agregado que ele próprio define e que cruza onze setores, e parte dele nem passa pelo orçamento doméstico. A POF mede despesa declarada por família, em reais por mês, por entrevista domiciliar. Comparar os dois lado a lado sugere uma equivalência que não existe.

O mesmo cuidado vale para beleza. Segundo a ABIHPEC, que reproduz ranking da Euromonitor, o Brasil é o terceiro maior mercado consumidor mundial de beleza e cuidados pessoais, com US$ 37,4 bilhões em 2024 (ABIHPEC, Panorama do Setor, edição de janeiro de 2026). É venda de mercado, não despesa domiciliar declarada.

E vale para a saúde suplementar. A ANS registrava 53.145.666 beneficiários de planos de assistência médica na competência de junho de 2026. A POF registra R$ 95,40 por mês em plano ou seguro saúde, mas é média sobre todas as 69.017.704 famílias, inclusive as que não têm plano. Não é o preço de um plano.

O que muda quando a POF 2024-2025 for publicada

A POF 2017-2018 é a última publicada. A seguinte, a POF 2024-2025, foi a campo em 05 de novembro de 2024 com coleta prevista de doze meses, e o calendário de divulgações do IBGE para o período de 01 de agosto de 2026 a 31 de dezembro de 2027 não traz a pesquisa. Nenhuma data anunciada.

Houve uma sinalização, e ela venceu. No lançamento da pesquisa, em outubro de 2024, o gerente da pesquisa, Leonardo Oliveira, declarou que "a divulgação dos resultados deve começar em meados de 2026". Meados de 2026 passou.

Um segundo aviso, sobre o nível dos valores. A POF 2017-2018 está a preços de 15 de janeiro de 2018, data de referência declarada pelo IBGE, e a amano não deflaciona a tabela. A ordem de grandeza, porém, importa: o IPCA acumulou 55,3% de janeiro de 2018 a julho de 2026, o que levaria os R$ 302,06 de assistência à saúde a R$ 469,12 e os R$ 136,82 de higiene a R$ 212,49 (cálculo da amano sobre o IPCA, IBGE, SIDRA tabela 1737). Corrigir pelo IPCA atualiza o nível de preços e não atualiza a estrutura de consumo, que é o que a POF mede e o que de fato mudou em oito anos. A família de 2026 não gasta o dinheiro de 2018 corrigido: gasta outro dinheiro, em outras proporções.

O que provavelmente não muda é a arquitetura da base. A POF vai continuar classificando por natureza do produto, sem rubrica de bem-estar, e a pergunta comercial vai seguir sem resposta oficial.

Há uma leitura alternativa: a ausência de rubrica pode ser atraso de classificação, e o gasto com bem-estar pode existir economicamente sem nome estatístico. É razoável, e não autoriza publicar como medida o que ainda é hipótese.

A afirmação central cabe em uma frase, e é a que a amano sustenta: no Brasil, o gasto com o próprio corpo não sai de uma linha do orçamento, sai de dezenas de decisões domésticas que a única base disponível registra separadas, sem somar, e há oito anos.

perguntas frequentes

quanto a família brasileira gasta por mês com saúde e cuidados pessoais?

Na POF 2017-2018 do IBGE, a família brasileira gastou em média R$ 302,06 por mês com assistência à saúde e R$ 136,82 com higiene e cuidados pessoais, sobre despesa total média de R$ 4.649,03. São as duas rubricas mais próximas de cuidado com o corpo que a pesquisa publica separadamente.

existe uma rubrica de bem-estar na Pesquisa de Orçamentos Familiares?

Não. A POF 2017-2018 organiza as despesas de consumo em onze grupamentos, entre eles alimentação, habitação, vestuário, higiene e cuidados pessoais, assistência à saúde, recreação e cultura e serviços pessoais. Nenhum deles se chama bem-estar, e a tabela 6715 do SIDRA não traz linha de academia, suplemento ou terapia.

os 6,5% e os 8,0% da saúde na POF são a mesma coisa?

São o mesmo valor com denominadores diferentes. Os R$ 302,06 de assistência à saúde equivalem a 6,5% da despesa total média de R$ 4.649,03 e a 8,0% das despesas de consumo, de R$ 3.764,51. Quem publica o segundo sem dizer qual base usou entrega um número maior sem entregar mais informação.

por que a POF do IBGE tem oito anos?

A POF 2017-2018 é a última publicada. A edição seguinte, a POF 2024-2025, foi a campo em 05 de novembro de 2024 com coleta prevista de doze meses, e o IBGE não anunciou data de divulgação dos primeiros resultados. Até que saia, qualquer conta domiciliar sobre gasto com o corpo parte de 2018.

dá para somar academia, cosmético, suplemento e saúde e achar o gasto brasileiro de bem-estar?

Não com a POF. A pesquisa não publica linha para academia, suplemento ou terapia, e as rubricas que existem se organizam em níveis que se contêm. Somar grupo e subitem conta o mesmo dinheiro duas vezes. Qualquer total desse tipo é construção de quem soma, não medida do IBGE.

Retrato de Marcus Yabe
sobre o autor

Marcus Yabe

sócio-fundador · estratégia e criatividade

Trabalha no encontro entre estratégia, comunicação, negócios, conteúdo e relações. Foi CEO do LIDE Paraná, diretor executivo da Paraná Business e publisher da TOPVIEW.

fontes
  1. IBGE, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017-2018, SIDRA tabela 6715, despesa média mensal familiar por tipos de despesa
  2. IBGE, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017-2018, SIDRA tabela 6972, despesa média mensal familiar com alimentação
  3. IBGE, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017-2018, SIDRA tabela 6977, número e tamanho médio das famílias
  4. IBGE, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017-2018, Perfil das despesas no Brasil: indicadores selecionados, Rio de Janeiro, 2020
  5. IBGE, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017-2018, Primeiros resultados, Rio de Janeiro, 2019
  6. IBGE, SIDRA, conjunto de tabelas da Pesquisa de Orçamentos Familiares
  7. IBGE, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, SIDRA tabela 1737, número-índice mensal
  8. IBGE, calendário de divulgações, período de 01 de agosto de 2026 a 31 de dezembro de 2027
  9. ANS, dados gerais da saúde suplementar, beneficiários por competência
  10. Global Wellness Institute, Country Rankings 2026, dados de 2019 a 2024
  11. ABIHPEC, Panorama do Setor de Beleza e Cuidados Pessoais, edição de janeiro de 2026
continue

O tema não termina aqui.

report · tendências da cultura material

A página-pilar deste conjunto: economia criativa, experiência, design e cidade.

report

os US$ 125 bilhões de bem-estar do Brasil são feitos de população, câmbio e patrocínio

A régua internacional para o mesmo tema: como o GWI chega ao número brasileiro de bem-estar.

artigo

o spa como centro de resultado, não cortesia

Um setor específico dentro do mesmo gasto, visto pelo lado de quem vende, não de quem paga.

artigo
conhecer a frente OFÍCIO