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turismo de bem-estar no Brasil

O Brasil tem o ativo do turismo de bem-estar e não tem o produto medido, e a diferença entre os dois é econômica.

por Marcus Yabe · publicado em · atualizado em · leitura de 10 minutos

Turismo de bem-estar é a viagem associada à manutenção ou à melhora do próprio bem-estar, e abrange tanto quem escolhe o destino por causa disso quanto quem procura cuidar de si numa viagem feita por outro motivo. É o quarto maior dos onze setores da economia mundial do bem-estar, com US$ 893,9 bilhões em 2024 e alta de 13,8% em um ano, o terceiro maior avanço do conjunto, segundo o Global Wellness Institute. O Brasil não está entre os vinte maiores.

A ausência tem endereço. A tabela dos vinte maiores mercados de turismo de bem-estar de 2024, publicada em novembro de 2025, termina na Rússia, com US$ 5,3 bilhões. O único latino-americano da lista é o México, décimo segundo, com US$ 16,7 bilhões. O nome do Brasil não aparece uma única vez no capítulo inteiro.

Não é falta de ativo. É falta de produto medido, e a diferença custa dinheiro. Este artigo não trata do setor de termas, em que o Brasil tem posição publicada e que a amano cobriu em termas e águas minerais. Trata do agregado maior, o do turismo, e do que sobra de medida quando o número setorial some.

Por que o turismo de bem-estar avançou 13,8% no mundo em 2024

Entre os onze setores que o Global Wellness Institute mede, o turismo de bem-estar é o quarto maior, com US$ 893,9 bilhões em 2024. Subiu 13,8% de 2023 para 2024, o terceiro maior avanço do conjunto, atrás do imobiliário de bem-estar, com 17,9%, e dos spas, com 14,6%. A projeção para 2029 é de US$ 1.383,3 bilhões.

Foram 1.239,1 milhões de viagens de bem-estar em 2024, internacionais e domésticas somadas, ou 8,3% de todas as viagens do mundo e 17,6% de todo o gasto turístico. Em 2019 eram 6,3% e 14,2%.

Dessas, apenas 158,7 milhões foram internacionais, ou 13%. As outras 1.080,4 milhões foram domésticas. É, em volume, um mercado de gente viajando dentro do próprio país.

E a maior parte dele nem sequer é motivada por bem-estar. O instituto separa o turista primário, cuja escolha de destino é movida por bem-estar, do secundário, que cuida de si numa viagem feita por outro motivo. Em 2024 o turismo secundário respondeu por 83% das viagens e 84% do gasto, ou US$ 748,9 bilhões. O mercado primário, o dos retiros e dos spas de destino, vale US$ 145,0 bilhões.

13,8%
Crescimento do turismo de bem-estar no mundo de 2023 para 2024, o terceiro maior avanço entre os onze setores que o Global Wellness Institute mede, atrás do imobiliário de bem-estar e dos spas.
Global Wellness Institute, Monitor 2025, dados de 2024
US$ 3 bi
Último valor de turismo de bem-estar do Brasil publicado pelo instituto, com ano-base 2022 e trigésima posição no mundo.
Global Wellness Institute, release de maio de 2024
2,10 vezes
Quanto o brasileiro gastou em viagens no exterior em 2025 sobre o que o país recebeu de viajantes estrangeiros na mesma conta.
Banco Central, conta de viagens internacionais, 2025

O Brasil saiu do mapa, e dá para datar quando

O Brasil já esteve na lista. Com ano-base 2017 aparecia em vigésimo lugar no mundo, com US$ 4,1 bilhões e 10,5 milhões de viagens de bem-estar. Com ano-base 2022 caiu para trigésimo, com US$ 3 bilhões. Com ano-base 2024 não há valor publicado, e o país está fora de uma lista cujo último posto vale US$ 5,3 bilhões.

Ano-baseO que o instituto publicou sobre o BrasilPosiçãoDocumento
2017US$ 4,1 bilhões e 10.524,4 mil viagens de bem-estar, sendo 180,1 mil de entrada e 10.344,3 mil domésticas20º do mundoGlobal Wellness Tourism Economy, novembro de 2018
2022US$ 3 bilhões, com variação de 18,8% no período de 2020 a 202230º do mundorelease do instituto, maio de 2024
2024nenhum valor publicadofora do top 20Global Wellness Economy Monitor 2025, novembro de 2025

A razão do sumiço está escrita pelo próprio instituto. O relatório-país brasileiro existiu, segundo o release de 9 de maio de 2024, graças a um acordo renovado com a AG7, incorporadora brasileira de wellness real estate, cujo patrocínio custeou a abertura dos onze setores. O Brasil não está entre os parceiros de país listados no ranking de países de 2026, e sem patrocinador o detalhamento setorial não é renovado.

Isso não invalida o número. Torna obrigatório dizer que o recorte de cada país depende de quem paga por ele.

Há ainda um efeito de moeda. Os valores do instituto são em dólares nominais, e o Country Rankings de janeiro de 2026 registra que a economia de bem-estar brasileira cresce bem mais em reais do que em dólares e que o Brasil perdeu quatro posições no ranking geral entre 2019 e 2024. Parte da queda é câmbio, e não encolhimento de mercado.

A tabela de 2017 guarda a informação de negócio mais útil. Das 10.524,4 mil viagens de bem-estar brasileiras daquele ano, 180,1 mil eram de entrada e 10.344,3 mil eram domésticas. Ou seja, 98,3% do turismo de bem-estar brasileiro era feito por brasileiros dentro do Brasil. No mesmo ano o México registrava 9.282,9 mil viagens de bem-estar de entrada, cinquenta e uma vezes o volume brasileiro.

Aquelas 180,1 mil viagens de entrada equivalem, em cálculo da amano entre duas fontes de universo diferente, a 2,73% dos 6.588.770 turistas internacionais que a base do Ministério do Turismo registra para 2017. É a distância entre o que o país recebe e o que converte em produto de bem-estar.

O prêmio de gasto doméstico encolheu, e encolheu porque o topo desceu

O argumento mais conhecido do setor é que o turista de bem-estar gasta mais. Continua verdadeiro e ficou menor. Em 2024 o turista internacional de bem-estar gastou US$ 1.637 por viagem, 38% acima do internacional médio, e o doméstico gastou US$ 587, 137% acima do doméstico médio. Os valores de 41% e 175% têm ano-base 2022.

A série completa mostra a direção. Cada valor vem da edição do Monitor daquele ano-base, e o instituto revisou a série de 2019 a 2023 na edição de 2025, de modo que a comparação entre edições indica direção e não magnitude auditada. O prêmio internacional foi de 41% com ano-base 2022, 36% com ano-base 2023 e 38% com ano-base 2024. O doméstico foi de 175%, 163% e 137% nos mesmos anos. O prêmio doméstico perdeu trinta e oito pontos em dois anos, e publicar o valor de 2022 como se fosse o de hoje descreve um mercado que mudou.

As duas bases de comparação caíram. O instituto não publica o gasto do turista médio, mas ele sai do próprio prêmio: cálculo da amano, o internacional médio passou de cerca de US$ 1.226 para cerca de US$ 1.186, e o doméstico médio de cerca de US$ 256 para cerca de US$ 248, entre 2023 e 2024. O que caiu mais foi o gasto do próprio turista doméstico de bem-estar, de US$ 673 para US$ 587, recuo de cerca de 13% entre edições. No doméstico o prêmio encolheu porque o topo desceu, não porque a base subiu. No internacional ocorreu o oposto entre 2023 e 2024: a base caiu mais que o topo e o prêmio subiu de 36% para 38%.

Os valores globais de 2024 deste artigo vêm do capítulo 9 do Global Wellness Economy Monitor 2025, do Global Wellness Institute, publicado em novembro de 2025. Os valores de ano-base 2022 e 2023 vêm das edições de 2023 e de 2024 do mesmo Monitor. O documento de 2025 informa que a estimativa é construída sobre dados de turismo da Euromonitor, agrega 218 países, exclui a passagem aérea internacional e revisou os valores de 2019 a 2023. Não é estatística oficial de nenhum país e não mede quantos estabelecimentos existem.

Vale registrar o que a série anterior errou. O relatório de 2018 projetava US$ 919,4 bilhões para 2022. O Monitor de 2025 registra US$ 597,3 bilhões naquele ano. A pandemia explica o desvio e não dispensa a leitura: a projeção de US$ 1.383,3 bilhões para 2029 é o mesmo tipo de objeto.

O que o Banco Central mede quando o turismo de bem-estar não é medido

Existe uma estatística brasileira de turismo com apuração mensal, série longa e sem intermediário: a conta de viagens internacionais do Banco Central. Em 2025 ela registra receita de US$ 10.448,2 milhões e despesa de US$ 21.984,1 milhões, déficit de US$ 11.535,9 milhões.

A receita é recorde da série recente: eram US$ 5.994,6 milhões em 2019 e US$ 8.401,8 milhões em 2024. A despesa subiu de US$ 17.593,4 milhões em 2019 para US$ 21.984,1 milhões em 2025. O brasileiro gastou 2,10 vezes fora do país o que o país recebeu de fora em 2025.

Do outro lado da equação está a contagem de pessoas. A base de chegadas de turistas internacionais do Ministério do Turismo, montada sobre registros de migração cedidos pela Polícia Federal, soma 9.287.196 chegadas em 2025, contra 6.773.619 em 2024 e 6.353.141 em 2019.

Cruzar as duas fontes produz um indicador de ordem de grandeza. Dividindo a receita de viagens do Banco Central pelas chegadas do ministério, cálculo da amano, cada visitante internacional deixou no Brasil cerca de US$ 1.125 em 2025, contra US$ 1.240 em 2024 e US$ 943 em 2019. O país recebeu 37,1% mais gente em 2025 e reduziu o tíquete por pessoa.

Ponha o tíquete ao lado do número global. O turista internacional de bem-estar gastou US$ 1.637 por viagem em 2024, e a conta brasileira por chegada, no mesmo ano, foi de US$ 1.240. Não são a mesma medida e não devem ser somadas nem subtraídas. Servem para situar ordem de grandeza: o gasto mundial por viagem de bem-estar é cerca de um terço maior que a receita cambial brasileira por chegada.

No cadastro brasileiro, bem-estar existe e está na categoria mais frágil

O Cadastur, cadastro de prestadores de serviços turísticos do Ministério do Turismo, reconhece bem-estar como segmento. Mas o campo só existe na categoria Prestador Especializado em Segmentos Turísticos, cuja inscrição é opcional. No segundo trimestre de 2026 essa categoria tinha 9.125 registros, dos quais 588 marcavam saúde ou bem-estar.

Dos 9.125 prestadores, 390 marcaram Turismo de Saúde, 375 marcaram Turismo de Saúde e Bem-Estar e 177 marcaram os dois rótulos ao mesmo tempo. O sistema oferece dois nomes concorrentes e não obriga a escolher. Turismo Cultural aparece em 4.612 registros e Turismo de Negócios e Eventos em 4.125.

A concentração dos 588 cabe numa linha: São Paulo 182, Rio de Janeiro 57, Rio Grande do Sul 46, Goiás 43, Santa Catarina 40, Minas Gerais 37 e Paraná 31.

Agora o lado obrigatório. Os meios de hospedagem somavam 21.109 registros no segundo trimestre de 2026, com 791.342 unidades habitacionais e 1.785.726 leitos. O campo Tipo de Hospedagem tem dez valores: Hotel com 9.570, Pousada com 7.587, Outros com 1.338, Flat ou Apart-Hotel com 746, Albergue com 652, Cama e Café com 415, Hotel Fazenda com 335, Alojamento de Floresta com 237, Resort com 175 e Hotel Histórico com 54.

Nenhum desses dez valores é spa, terma, retiro ou hotel de bem-estar. O cadastro obrigatório da hospedagem brasileira, que sabe dizer quantos leitos o país tem, não tem onde registrar um hotel que vende bem-estar.

Os documentos brasileiros que existem e não abrem

A apuração deste artigo procurou o dado brasileiro de turismo de bem-estar nas três fontes públicas em que ele deveria estar. Nas três o resultado foi o mesmo tipo de vazio: publicação interrompida, acesso fechado ou pesquisa sem sucessor. A ausência não é acidente de um órgão, é padrão de cobertura.

A Revista Tendências do Turismo, sétima edição, com perspectivas para 2026, existe e é publicada pelo Ministério do Turismo com a Embratur. O endereço do arquivo dentro do portal da Rede de Inteligência de Mercado foi consultado em 18 de agosto de 2026 e devolveu a mesma página do gov.br: "Conteúdo Restrito. É necessário autenticar para visualizar essa página." Por isso este artigo não cita nada do conteúdo dela. Registra que ela existe e que não abriu.

A Pesquisa de Serviços de Hospedagem do IBGE, única fonte oficial brasileira de estrutura de hospedagem com desenho amostral, tem duas edições, 2011 e 2016, e periodicidade declarada como eventual. Dez anos depois do último ano-base, não há sucessora anunciada.

E o cadastro de parques aquáticos e empreendimentos de lazer, categoria em que caberia boa parte da operação termal brasileira, tem publicação trimestral até o quarto trimestre de 2024 e para ali. As demais categorias do Cadastur foram atualizadas até o segundo trimestre de 2026.

Some as três com o que já se sabia. O instituto que dimensiona o setor no mundo abre o Brasil quando alguém patrocina, e o órgão brasileiro que produziria a alternativa não publica a revista, não repete a pesquisa e interrompeu o cadastro do segmento mais próximo. Quem afirma hoje um tamanho para o turismo de bem-estar brasileiro afirma sem lastro em fonte primária aberta.

A diferença entre ativo e produto é econômica, não poética

O Brasil tem água termal, floresta, litoral, comida e sol, e nada disso entra em estatística. O que entra em estatística é transação: diária vendida, ingresso cobrado, pacote fechado, receita declarada. Ativo é o que o país possui. Produto é o que o país cobra por isso, com preço, duração e denominação. A conta de bem-estar mede a segunda coisa.

O contraste com o vizinho fecha o argumento. O México, décimo segundo colocado em 2024, soma 19,0 milhões de viagens de bem-estar e responde sozinho por 40,7% dos US$ 41,0 bilhões que valem a América Latina e o Caribe inteiros.

Nada disso indica que o México tenha mais natureza que o Brasil. Indica que tem mais transação classificada como bem-estar, boa parte dela de entrada.

Para quem constrói marca nesse terreno, a consequência é operacional. Aparecer nessa conta exige três coisas: nomear a experiência com termo que exista em classificação, medir e publicar o que se vende, e ancorar isso no lugar. É o que a amano descreveu em identidade territorial de marca: onde falta medida pública, quem publica a primeira série própria define a régua.

O turismo de bem-estar subiu 13,8% em um ano e projeta US$ 1.383,3 bilhões em 2029. Nesse mercado, o país que tem tudo para vender não é o país que aparece na lista. Aparece o país que emitiu nota fiscal com o nome certo.

perguntas frequentes

qual é o tamanho do turismo de bem-estar no mundo?

O Global Wellness Institute estima o setor em US$ 893,9 bilhões em 2024, com alta de 13,8% sobre 2023 e crescimento médio de 6,4% ao ano entre 2019 e 2024. Foram 1,239 bilhão de viagens de bem-estar, internacionais e domésticas, ou 8,3% de todas as viagens do mundo naquele ano.

quanto vale o turismo de bem-estar do Brasil?

Não existe valor atual publicado. O Brasil não aparece no top 20 do Global Wellness Institute em 2024, cujo vigésimo colocado é a Rússia com US$ 5,3 bilhões. O último número brasileiro divulgado pela entidade tem ano-base 2022 e é de US$ 3 bilhões, trigésimo lugar do mundo.

por que não existe número brasileiro de turismo de bem-estar para 2024?

São duas razões distintas. O Brasil não entra na tabela dos vinte maiores porque seu mercado é menor que os US$ 5,3 bilhões do vigésimo colocado, e já era trigésimo com ano-base 2022. E o detalhamento por setor de um país só é publicado quando existe parceria de patrocínio, que o Brasil teve em 2022 e não tem em 2026.

quanto o Brasil recebe de turistas estrangeiros por ano?

A conta de viagens internacionais do Banco Central registra receita de US$ 10.448,2 milhões em 2025 e despesa de US$ 21.984,1 milhões, déficit de US$ 11.535,9 milhões. No mesmo ano a base de chegadas do Ministério do Turismo somou 9.287.196 turistas internacionais, recorde da série.

existe categoria de turismo de bem-estar no cadastro oficial brasileiro?

Existe, e no lugar mais frágil. No Cadastur, os segmentos Turismo de Saúde e Turismo de Saúde e Bem-Estar só aparecem na categoria Prestador Especializado em Segmentos Turísticos, de inscrição opcional. No segundo trimestre de 2026 eram 588 registros, contra 21.109 meios de hospedagem cadastrados.

Retrato de Marcus Yabe
sobre o autor

Marcus Yabe

sócio-fundador · estratégia e criatividade

Trabalha no encontro entre estratégia, comunicação, negócios, conteúdo e relações. Foi CEO do LIDE Paraná, diretor executivo da Paraná Business e publisher da TOPVIEW.

fontes
  1. Global Wellness Institute. Global Wellness Economy Monitor 2025, novembro de 2025, dados de 2024, capítulo 9, Wellness Tourism.
  2. Global Wellness Institute. Global Wellness Economy Monitor 2024, novembro de 2024, dados de 2023, capítulo de turismo de bem-estar, p. 66, gasto por viagem e prêmio de gasto.
  3. Global Wellness Institute. Global Wellness Economy Monitor 2023, novembro de 2023, dados de 2022, p. 60, gasto por viagem e prêmio de gasto.
  4. Global Wellness Institute. The Global Wellness Economy: Country Rankings (2019-2024), janeiro de 2026, seção Geography of Wellness Country Partners.
  5. Global Wellness Institute. Become a Research Sponsor, página institucional, valor de piso do patrocínio de pesquisa, consultada em 18 de agosto de 2026.
  6. Global Wellness Institute. Global Wellness Tourism Economy, novembro de 2018, dados de 2017, tabelas de países e da América Latina e Caribe.
  7. Global Wellness Institute. Brazil's Wellness Economy Ranks First in Latin America, release de 9 de maio de 2024, dados de 2022.
  8. Banco Central do Brasil. Sistema Gerenciador de Séries Temporais, série 23501, Viagens anual receita, e série 23502, Viagens anual despesa, em US$ milhões.
  9. Ministério do Turismo. Chegadas de turistas internacionais, base de registros administrativos de migração cedidos pelo Departamento de Polícia Federal, séries anuais de 2017 a 2026.
  10. Ministério do Turismo. Cadastur, Prestador Especializado em Segmentos Turísticos, segundo trimestre de 2026.
  11. Ministério do Turismo. Cadastur, Meios de Hospedagem, segundo trimestre de 2026.
  12. Ministério do Turismo. Cadastur, Empreendimento de Entretenimento e Lazer e Parques Aquáticos, última publicação com o quarto trimestre de 2024.
  13. Ministério do Turismo e Embratur. Revista Tendências do Turismo, sétima edição, com perspectivas para 2026, acesso restrito, exige autenticação, consultada em 18 de agosto de 2026.
  14. IBGE. Pesquisa de Serviços de Hospedagem, última edição com ano-base 2016, periodicidade eventual, endereço que devolve erro 403 a cliente automatizado e abre em navegador.
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