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Árvore de calçada com etiqueta de preço amarrada ao tronco, plantada em um canteiro quadrado, raízes visíveis na base
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o mercado paga pela árvore, não pela palavra

Existe prova de que as pessoas dizem que pagariam mais por bem-estar declarado. A prova de que pagam existe apenas onde o atributo é físico, verificável e registrado em transação.

por Marcus Yabe · publicado em · atualizado em · leitura de 10 minutos

Bem-estar como argumento de preço é a tentativa de cobrar mais por um atributo de saúde declarado, e não por uma propriedade verificável do produto. A evidência derruba a versão forte dessa tese. O prêmio de preço existe e está medido, mas está medido para árvore, luz natural, caminhabilidade e selo. Segundo o Global Wellness Institute, em junho de 2025, edifício comercial com certificação verde tem prêmio de aluguel de 6% no mundo.

A hipótese que abriu esta apuração caiu, e levou junto a primeira versão deste texto, que negava haver prova de pagamento. A prova existe, e nunca foi colhida para a palavra. O artigo continua narrativa que sustenta preço: só sustenta preço a narrativa que alguém de fora pode contestar.

O prêmio existe, e nunca foi medido para a palavra

Não existe estudo publicado mostrando que acrescentar a palavra bem-estar a um produto eleva o preço praticado. Existe um corpo grande de medição de prêmio em transação real, e ele mede outra coisa: árvore de rua, luz natural, caminhabilidade, parque e certificação emitida por terceiro. Atributo físico, verificável e presente na escritura.

O relatório Build Well to Live Well: The Future, do Global Wellness Institute, de junho de 2025, dedica as páginas 51 a 53 a prêmios de preço de transação, sintetizados do que ele descreve como mais de 300 artigos acadêmicos e relatórios independentes, em mais de duas dezenas de países. Nenhum item da lista é a palavra bem-estar.

Vegetação no nível da rua responde por aluguel de 5,6% a 7,8% maior em edifícios comerciais de Nova York (Yang e colegas, Landscape and Urban Planning, volume 214, 2021). Luz natural em escritório vale de 5% a 6% (Turan e colegas, Building and Environment, volume 168, artigo 106503, 2020). Caminhabilidade tem prêmio próprio desde Pivo e Fisher (Real Estate Economics, volume 39, número 2, 2011). Árvore urbana e preço de casa estão medidos em Tampa (Donovan e colegas, Urban Forestry & Urban Greening, volume 38, 2019). E o valor de green em revenda residencial está em Cadena e Thomson (Journal of Sustainable Real Estate, volume 13, número 1, 2021).

Um limite antes que alguém use esses números: a casa não abriu os cinco textos integrais. O que está acima é a referência como aparece nas notas 26 a 28 do relatório. As amostras não foram conferidas.

Na página 65, o relatório resume: certificação verde rende prêmio de aluguel de 6% e de venda de 7,6% em edifício comercial no mundo; residência com atributo ou certificação verde rende de 2% a 14% nos Estados Unidos; caminhabilidade, de 5% a 20%; parques e trilhas, de 4% a 20%.

Nenhum desses prêmios foi medido para a promessa de bem-estar. Todos foram medidos para atributo que está no terreno, na fachada ou na escritura, e que o comprador confere sem depender de quem vende. Quando o atributo é físico e registrado em transação, o prêmio aparece em preferência revelada, o que a pessoa paga. Quando é promessa, a evidência retrocede para a preferência declarada, o que ela responde. As duas divergem, e a economia experimental chama isso de viés hipotético.

As sete evidências de prêmio, lado a lado

Sete blocos de evidência concentram a discussão: atributo físico urbano, imóvel residencial, escritório comercial, turismo, alimento em dois recortes e hotelaria. Eles medem coisas diferentes, com amostras muito desiguais. Quatro observam dinheiro trocando de mãos, e um desses quatro compara pessoas diferentes, não o mesmo produto com e sem atributo.

SegmentoPrêmio e sobre o quêQuem mediuAmostraDeclarada ou revelada
Atributo físico urbano5,6% a 7,8% no aluguel com vegetação de rua, 5% a 6% com luzYang et al., 2021; Turan et al., 2020Não conferida pela casaRevelada, por preço hedônico
Imóvel residencial10% a 25% no preço de venda, só meio e topo de mercadoGWI, estimativa própria, 20185 projetos nos EUA e no Reino Unido, mais dados do ULI, 2014Revelada, sem controle publicado
Escritório comercial4,4% a 7,7% no aluguel por pé quadradoSadikin et al., MIT, 2020, sem revisão por pares407 projetos, 2.322 contratos tratados, 13.149 de controle, 10 cidades dos EUA, 2016-2020Revelada, com controle por LEED, idade e submercado
Turismo38% e 137% do gasto por viagem, não do preço do mesmo produtoGWI, dados da Euromonitor, 2024Não publicada no relatórioRevelada, mas compara viajantes diferentes
Alimento, agregado5,6% a 91,5% no preço do produto, média de 30,7%Alsubhi et al., Obesity Reviews, 202215 estudos, 26 experimentos, 100 a 1.211 participantesDeclarada em 25 dos 26
Alimento, rótuloMais para Eco-Score A e Nutri-Score A, nada para a nota CJürkenbeck, Cleaner and Responsible Consumption, 20231.087 consumidores alemãesDeclarada, escolha discreta
HotelariaSem valor monetário confirmadoNanu e Rahman, IJHM, 2023Não confirmada pela casaDeclarada

Lida em conjunto, a tabela diz o que nenhuma linha diz sozinha: os prêmios mais bem medidos são os menores, e os mais altos têm amostra menor, desenho declarado ou comparação entre pessoas diferentes.

Cinco projetos sustentam o número mais citado do setor

O prêmio de 10% a 25% em imóvel residencial de bem-estar é o dado mais repetido do mercado de alto padrão. A nota metodológica do relatório declara a base: análise de preço de venda de cinco projetos residenciais nos Estados Unidos e no Reino Unido, mais dados de incorporadores reunidos pelo Urban Land Institute, em 2014.

A análise é do próprio Global Wellness Institute, de 2018, e o relatório de junho de 2025 a reafirma sem refazê-la. O relatório promete que a lista dos projetos está no documento de 2018; a casa não o abriu, e a promessa fica atribuída a quem a fez.

Cinco projetos são cinco projetos. O relatório lista o que empurra o prêmio para cima: maior diferenciação, ambiente comunitário mais singular, residências de melhor qualidade, mais ativos naturais e serviços mais extensos. Nenhum desses fatores é bem-estar em sentido estrito, o que significa que o prêmio publicado não está isolado de qualidade construtiva, amenidade e localização. A crítica é da casa, não do relatório.

O prêmio residencial de 10% a 25% é estimativa do próprio Global Wellness Institute, entidade financiada pelas empresas que mede, com 17 patrocinadores listados e patrocínio a partir de US$ 19.900. A base é uma amostra de cinco projetos nos Estados Unidos e no Reino Unido, de 2018, reafirmada em junho de 2025. Não cobre o Brasil, não isola o atributo do efeito de localização e acabamento, e não vale fora do meio e do topo do mercado.

O contraste com o dado comercial é instrutivo. O prêmio de aluguel de 4,4% a 7,7% por pé quadrado em edifícios registrados ou certificados WELL ou Fitwel é de Sadikin e colegas, do MIT Real Estate Innovation Lab, em relatório de laboratório de dezembro de 2020, sem revisão por pares. A amostra é a mais explícita citada aqui: 407 projetos, 2.322 contratos tratados e 13.149 de controle, em dez cidades dos Estados Unidos, de 2016 a 2020, na base Compstak.

É um prêmio duas a três vezes menor que o residencial, e ainda assim o mais defensável: está medido em contrato assinado, e o efeito é independente de LEED, idade do edifício, reforma, duração do contrato e submercado. Com uma ressalva que o paper declara e o mercado não repete: a amostra tratada mistura projetos certificados e projetos apenas registrados. Registro é pagar a taxa e abrir processo, sem terceiro dizendo não, o que enfraquece a leitura de que o prêmio nasce do veredito de um auditor.

25 de 26
Dos experimentos da revisão sistemática sobre alimento mais saudável, os que mediram preferência declarada. O único que mediu revelada achou prêmio de 5,6%.
Alsubhi et al., Obesity Reviews, 2022
5 projetos
Amostra residencial que sustenta o prêmio de 10% a 25%, o mais citado do mercado imobiliário de bem-estar.
Global Wellness Institute, Build Well to Live Well: The Future, junho de 2025
137%
Prêmio de gasto do turista doméstico de bem-estar sobre o doméstico médio em 2024. Em 2022 esse mesmo prêmio era de 175%.
Global Wellness Institute, Global Wellness Economy Monitor 2025, novembro de 2025

No turismo o prêmio existe, e está encolhendo

Em 2024, o turista internacional de bem-estar gastou US$ 1.637 por viagem, 38% acima do internacional médio, e o doméstico gastou US$ 587, 137% acima do doméstico médio. Os dados são do Global Wellness Economy Monitor 2025, página 99 do PDF e 85 da edição impressa. A série vale mais que o ano isolado.

O prêmio internacional foi de 41% em 2022, 36% em 2023 e 38% em 2024. O doméstico foi de 175%, 163% e 137%: perdeu 38 pontos percentuais em dois anos. Os números de 41% e 175% continuam circulando em apresentações, superados em duas edições.

A explicação intuitiva, a de que a base subiu, não sobrevive à aritmética da série. Recalculadas dos prêmios publicados, as duas bases caíram entre 2023 e 2024: a doméstica de cerca de US$ 256 para US$ 248, e a internacional de US$ 1.226 para US$ 1.186. No mesmo intervalo, o gasto do turista doméstico de bem-estar caiu de US$ 673 para US$ 587, menos 12,8%. O prêmio encolheu porque o topo desceu, não porque a base subiu.

Há ainda um limite que raramente se declara: o dado compara pessoas diferentes, não o mesmo produto com e sem atributo. O turista de bem-estar gasta mais porque é, segundo o relatório, mais rico, escolarizado e viajado. Parte do prêmio é renda.

No alimento, o prêmio está no topo da escala, não no rótulo

O experimento mais informativo desta apuração não é sobre bem-estar, é sobre comida, e vale como analogia declarada. Kristin Jürkenbeck aplicou experimentos de escolha a 1.087 consumidores alemães, com quatro rótulos de sustentabilidade mais preço, e publicou o resultado na Cleaner and Responsible Consumption, volume 10, de 2023.

A disposição a pagar foi maior para as notas máximas, Eco-Score A e Nutri-Score A. A classificação intermediária C não produziu efeito sobre a preferência. Só o resumo público está acessível, e este artigo não vai além do que ele sustenta: não publica valor por produto nem detalhe de estimação.

Mesmo reduzido, o achado é útil. O consumidor não paga pela existência do rótulo, paga pela nota máxima. Quem adere a uma escala pública e fica no meio dela ganha zero, e dá ao concorrente uma régua em que ele aparece melhor.

No agregado, a revisão sistemática de Alsubhi e colegas é a melhor fotografia disponível: 15 estudos, 26 experimentos, prêmio positivo em 23 deles, de 5,6% a 91,5%, média de 30,7%. Saiu na Obesity Reviews em 2022, online-first, e na impressa de 2023, volume 24, número 1, artigo e13525. Não houve meta-análise, por métodos incomparáveis, heterogeneidade de população e de produto e inconsistência no relato. Quarenta por cento dos estudos tiveram qualidade abaixo de 50%.

Vinte e cinco dos 26 experimentos mediram preferência declarada. O único que mediu revelada usou preço hedônico sobre venda real de loja, com 681 observações, em Nganje e colegas, referência 51 da revisão, e achou prêmio de 5,6% em pão com gordura reduzida. É o menor prêmio da faixa, e o único que saiu de um caixa.

O que o lobby biofílico move, e o que não se sabe se ele move

Em hotelaria a evidência é mais fina do que o setor admite, e esta seção foi rebaixada de peça central a evidência secundária por causa disso. O estudo de Nanu e Rahman, no International Journal of Hospitality Management, volume 113, artigo 103520, de 2023, existe e é citado, mas a casa não conseguiu lê-lo.

O que está confirmado por fonte independente revisada por pares vem de Suess e colegas, de 2024: no estudo de Nanu e Rahman sobre design biofílico em lobbies de hotel, os hóspedes relataram menor excitação e maior prazer. Natureza acalma e agrada. É citável, e é pouco.

O resto não está conferido. O texto integral está atrás de assinatura e o resumo não está indexado: Crossref e OpenAlex devolvem resumo nulo. A casa não confirmou amostra, país, desenho, estímulo, nem o resultado de moderação sobre consciência de saúde que circula atribuído a esse trabalho, que é um resultado nulo, o tipo mais fácil de inverter em leitura de segunda mão.

O que separa o atributo que paga do atributo que não paga

A regra que atravessa todos os segmentos é a mesma. Onde o atributo é físico, verificável e registrado em transação, o prêmio aparece em preferência revelada e costuma ser modesto, de um dígito. Onde o atributo é a promessa de bem-estar, o prêmio aparece grande, e aparece em questionário respondido.

Daí saem três consequências. A primeira é que prêmio declarado não vira projeção de receita. A literatura de viés hipotético sugere superestimação, e os autores da revisão dizem isso. Uma média declarada de 30,7% não é aumento de 30,7%: o número que saiu de um caixa foi 5,6%.

A segunda é que o atributo precisa ser especificado, não adjetivado. Árvore, luz, calçada, parque e selo com critério publicado têm em comum a conferência por quem compra. O prêmio nasce de alguém com poder de dizer não, e nem toda certificação anunciada tem esse poder, porque registro não é certificado.

A terceira é que a escala importa mais que a etiqueta. Na evidência alemã de 2023, a nota máxima carrega o prêmio e a intermediária não carrega nada. Estar no meio de uma escala pública equivale a não estar nela.

Falta dizer o que este artigo não cobre. Não há aqui nenhum dado brasileiro: a evidência vem dos Estados Unidos, do Reino Unido, da Alemanha e de uma revisão com estudos de países de alta renda. Transportar esses números para um lançamento em Curitiba é suposição, não medição.

Falta uma advertência de aritmética. O tamanho de mercado que acompanha esses prêmios é instável, e a instabilidade nasce na casa que publica os números: o Global Wellness Institute deu US$ 548,4 bilhões ao wellness real estate em 2024 no Monitor 2025, e o seu release de junho de 2025 anunciou US$ 584 bilhões para o mesmo ano. Depois revisou 2024 para US$ 711 bilhões e divulgou US$ 876 bilhões para 2025, em maio de 2026.

O mercado não paga pela palavra bem-estar. Paga pela árvore, pela luz, pela calçada e pelo selo que alguém de fora pode recusar. Vira preço o atributo que sobrevive à conferência de quem compra.

perguntas frequentes

bem-estar aumenta o preço de um produto

Não há evidência de que a palavra eleve preço. Há prêmio medido quando o atributo é físico e verificável: segundo o Global Wellness Institute, em junho de 2025, edifícios comerciais com certificação verde registram prêmio de aluguel de 6% e prêmio de venda de 7,6% no mundo.

de onde vem o prêmio de 10% a 25% em imóvel residencial de bem-estar

É estimativa do próprio Global Wellness Institute, restrita a imóveis posicionados no meio e no topo do mercado. A base é uma análise de preço de venda de cinco projetos residenciais nos Estados Unidos e no Reino Unido, feita em 2018, complementada por dados de incorporadores reunidos pelo Urban Land Institute em 2014, e reafirmada em junho de 2025.

quanto o turista de bem-estar gasta a mais

Segundo o Global Wellness Institute, em 2024 o turista internacional de bem-estar gastou US$ 1.637 por viagem, 38% acima do internacional médio, e o doméstico gastou US$ 587, 137% acima. O prêmio doméstico encolheu porque o topo desceu: em 2023 esse mesmo turista gastava US$ 673.

as pessoas realmente pagam mais por comida mais saudável

A revisão sistemática de Alsubhi e colegas, na Obesity Reviews de 2022, encontrou prêmio em 23 de 26 experimentos, de 5,6% a 91,5%, com média de 30,7%. Mas 25 desses experimentos mediram intenção declarada. O único que observou venda de loja, com 681 observações, achou prêmio de 5,6% em pão com gordura reduzida.

hóspede preocupado com saúde paga mais por hotel com natureza no ambiente

O estudo de Nanu e Rahman, no International Journal of Hospitality Management, de 2023, é citado por Suess e colegas, em 2024, com um achado: hóspedes relataram menos excitação e mais prazer no lobby biofílico. A casa não obteve o texto integral e não confirma o restante do que circula sobre esse estudo.

Retrato de Marcus Yabe
sobre o autor

Marcus Yabe

sócio-fundador · estratégia e criatividade

Trabalha no encontro entre estratégia, comunicação, negócios, conteúdo e relações. Foi CEO do LIDE Paraná, diretor executivo da Paraná Business e publisher da TOPVIEW.

fontes
  1. Global Wellness Institute. Build Well to Live Well: The Future, junho de 2025, pp. 51 a 53 e p. 65
  2. Yang, J.T. et al. The financial impact of street-level greenery on New York commercial buildings. Landscape and Urban Planning, v. 214, 2021; Turan, I. et al. The value of daylight in office spaces. Building and Environment, v. 168, 106503, 2020; Pivo, G. e Fisher, J.D. The Walkability Premium in Commercial Real Estate Investments. Real Estate Economics, v. 39, n. 2, 2011; Donovan, G.H. et al. Urban trees, house price, and redevelopment pressure in Tampa, Florida. Urban Forestry & Urban Greening, v. 38, 2019; Cadena, A. e Thomson, T.A. The Value of "Green" in Resale Residential Real Estate. Journal of Sustainable Real Estate, v. 13, n. 1, 2021. Referências catalogadas nas notas 26 a 28 do relatório acima
  3. Sadikin, N. et al. The Financial Impact of Healthy Buildings: Rental Prices and Market Dynamics in Commercial Office, MIT Real Estate Innovation Lab, dezembro de 2020. Relatório de laboratório, sem revisão por pares
  4. Global Wellness Institute. Global Wellness Economy Monitor 2025, novembro de 2025, p. 99 do PDF, p. 85 impressa
  5. Alsubhi, M.; Blake, M.; Nguyen, T.; Majmudar, I.; Moodie, M.; Ananthapavan, J. Consumer willingness to pay for healthier food products: A systematic review. Obesity Reviews, 2022, online-first; edição impressa 2023, v. 24, n. 1, e13525
  6. Jürkenbeck, K. The effect of information among established and new sustainability labelling on consumers' preference and willingness to pay. Cleaner and Responsible Consumption, v. 10, 2023
  7. Nanu, L.; Rahman, I. The biophilic hotel lobby: Consumer emotions, peace of mind, willingness to pay, and health-consciousness. International Journal of Hospitality Management, v. 113, 103520, 2023. Texto integral não obtido pela casa
  8. Global Wellness Institute. Patrocínio de pesquisa, tabela de valores e contrapartidas
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