
Direção criativa aplicada a problemas de negócio.
Consultoria de criatividade e inovação. Sentamos à mesa com quem decide, olhamos para o problema e desenhamos a solução: modelo de negócio, produto, marca ou parceria.
Diagnóstico não é direção. E quase todo mundo entrega diagnóstico.
Empresas hoje têm mais dado do que conseguem usar. Consultoria de gestão entrega análise e recomendação de eficiência. Agência entrega execução de comunicação. Entre as duas existe um vazio: quem transforma leitura de mercado e de cultura em uma ideia que muda o negócio.
Esse vazio é caro. É onde morrem lançamentos corretos e sem graça, reposicionamentos que só trocam o logotipo, e portfólios que crescem sem ganhar sentido. Não falta informação. Falta alguém que decida o que fazer com ela.
É esse o lugar de OFÍCIO — amano.
Os três dados descrevem o mesmo movimento em um setor que conhecemos bem: o valor está migrando para quem projeta em vez de quem produz em escala. O movimento não é exclusivo do mobiliário. É a razão pela qual criatividade deixou de ser despesa de marketing e virou variável de margem.
Somos direção criativa, não gestão.
OFÍCIO — amano é a frente de consultoria da casa. Não fazemos consultoria financeira, administrativa nem de processos. Fazemos consultoria de criatividade e inovação: entramos em um problema de negócio e devolvemos um caminho criativo viável para ele.
Isso significa que o setor importa menos do que a pergunta. Já trabalhamos em design, arquitetura, materiais, moda, gastronomia, hospitalidade, varejo e incorporação, e o método funciona igualmente em uma indústria, um serviço ou uma instituição. O que trazemos é repertório cultural, leitura de tendência e capacidade de conectar coisas que ninguém tinha conectado ainda.
A comparação mais honesta não é com uma consultoria. É com um diretor criativo que entende de negócio, sentado do seu lado da mesa.
Setores em que já atuamos. A lista descreve trajetória, não limite: o método parte da pergunta, não da categoria.
Desenhamos o plano. Não executamos por você.
Ser explícito sobre isso protege os dois lados. Nosso valor está na formulação, e uma consultoria que também executa tende a recomendar aquilo que sabe executar.
Podemos acompanhar a implementação como conselho, e frequentemente acompanhamos. Mas o acompanhamento é extensão do trabalho, nunca o trabalho.
Quatro tipos de problema.
Todo projeto entra por uma dessas portas. Muitos atravessam mais de uma, porque raramente um problema de produto é só de produto.

Como a empresa ganha dinheiro e por que isso está ficando frágil. Nova unidade de receita, migração de volume para valor, arquitetura de oferta, entrada em categoria adjacente, tese de expansão.

O que se projeta, se serve, se veste ou se habita. Conceito de produto ou linha, materialidade, desenho de experiência, espaço comercial, hospitalidade, embalagem e ritual de uso.

O lugar que a marca ocupa na cabeça de quem decide. Território de posicionamento, narrativa, arquitetura de marca, plataforma de conteúdo próprio, construção de autoridade cultural.

Crescer com quem já tem o que falta. Desenho de colaboração autoral, co-branding, patrocínio cultural com retorno mensurável, rede de aliados, programa curatorial próprio.
Cinco movimentos.
A mesma sequência em todo projeto, com profundidade proporcional ao escopo. Cada movimento tem entregável próprio, para que ninguém precise esperar o fim para ver trabalho.
Imersão no negócio e no campo. Entrevistas com liderança, time e clientes, visita a operação e ponto de venda, leitura de concorrência simbólica e do repertório cultural do setor. Sai daqui o retrato de onde a empresa realmente está.
Redefinição do problema. Quase todo projeto chega com o sintoma no lugar da causa: "precisamos de um novo produto" costuma ser um problema de oferta, de canal ou de narrativa. Este movimento determina o valor de todos os outros.
Cruzamento entre o problema enquadrado e os sinais de mercado, comportamento e cultura, com fontes classificadas por confiabilidade. É onde a tendência deixa de ser assunto de palestra e vira implicação concreta para o seu negócio.
A parte criativa, que é o núcleo do trabalho. Hipóteses de solução, conceitos, modelos e caminhos, sempre em mais de uma direção, com o custo e a consequência de cada uma declarados. Aqui trabalhamos em sessão conjunta com o cliente.
Antes de entregar, a ideia é confrontada: com especialistas do setor, com dados de mercado e com a rede da casa, que reúne decisores e prescritores dos territórios em que atuamos. O que não sobrevive ao confronto não entra no plano.
Encerramos com o plano de direção e uma sessão de passagem para o time que vai executar. Se o acompanhamento for contratado, ele começa a partir daí, em encontros de cadência definida.
Com o que trabalhamos.
Ferramentas combinadas conforme a pergunta. Nenhum projeto usa todas; todo projeto declara quais usou.
Presença continuada em semanas de design, bienais e feiras, de Milão e Veneza a Londres, Xangai, Nova York e Cidade do México, transformada em arquivo vivo de referências e movimentos emergentes.
Entrevistas em profundidade com decisores, prescritores, especialistas e clientes finais, conduzidas por nós e não terceirizadas. Programas de ciclo longo acompanham mudança de comportamento ao longo dos anos.
Toda evidência é classificada em três níveis: consultoria de referência, fonte oficial ou estatística, e pesquisa comercial de mercado. Quando duas fontes divergem, declaramos a divergência em vez de escolher a mais conveniente.
amano — CLUBE reúne uma rede curada de empresários, executivos, arquitetos, chefs, artistas e colecionadores. É um painel qualificado ao qual temos acesso direto, capaz de testar uma hipótese em dias.
Construção de futuros alternativos para o setor, com sinais de antecedência associados a cada cenário, de modo que a empresa saiba não só o que pode acontecer, mas o que observar para reconhecer que está acontecendo.
Encontros de trabalho com a liderança, conduzidos por nós, em que os conceitos são construídos junto e não apresentados prontos. É o formato que faz a solução ser adotada em vez de arquivada.
O que se contrata, exatamente.
Quatro formatos, com escopo, prazo e entregáveis definidos. O investimento é apresentado por proposta, depois da conversa de enquadramento.
Uma leitura preliminar do seu setor ou da sua questão, entregue antes de qualquer proposta comercial. Sem custo e sem compromisso.
Prazo: 2 a 3 semanas.
Entrega: documento de 15 a 25 páginas com cenário, dados com fontes classificadas e as três a cinco questões que consideramos determinantes, mais uma sessão de devolutiva de 1 hora.
Pesquisa aplicada sobre um setor, uma categoria, um material ou um comportamento de compra, com implicações práticas para a sua operação.
Prazo: 5 a 8 semanas.
Entrega: estudo completo com hierarquia de fontes declarada, mapa de concorrência simbólica, cenários, de 8 a 12 entrevistas em profundidade e uma apresentação executiva de 90 minutos.
O trabalho completo: os cinco movimentos aplicados a um problema específico de negócio, produto, marca ou parceria.
Prazo: 10 a 16 semanas.
Entrega: imersão com liderança e campo, documento de enquadramento, estudo de sinais e tendências, de 3 a 5 sessões de direção conduzidas com o seu time, no mínimo dois caminhos de solução desenhados com custo e consequência declarados, plano de direção com prioridade, prazo e responsável, e sessão de passagem para quem vai executar.
Presença recorrente junto à liderança, para que a direção não morra na apresentação e as decisões do ano tenham a quem consultar.
Prazo: 12 meses, renováveis.
Entrega: encontro mensal de 2 horas com a liderança, dois relatórios semestrais de sinais e movimentos do setor, acesso direto entre encontros para consulta pontual, e prioridade de agenda em demandas urgentes.
Formatos podem ser combinados. Também desenhamos escopos sob medida quando a pergunta não cabe em nenhum deles, o que acontece com frequência e é bem-vindo.
Perguntas que chegam até nós.
O tipo de problema que entra por esta porta, e a forma que a resposta costuma tomar.
Vira um trabalho de território de marca e arquitetura de oferta: onde existe espaço simbólico não ocupado, o que precisa mudar no produto para sustentar esse lugar, e qual linha entra e qual sai.
Vira leitura de sinais do setor cruzada com a capacidade real da sua operação, e termina em conceitos de produto desenhados com materialidade, público e tese de preço, não em uma lista de ideias.
Vira desenho de experiência: o que o espaço comunica antes de alguém falar, o roteiro de visita, o ritual de atendimento e o que precisa existir ali que hoje não existe.
Vira desenho de programa: qual território cultural pertence de fato à marca, que formato gera relação em vez de exposição, e como medir retorno que não seja alcance de mídia.
Vira arquitetura de relacionamento com prescritores: o que precisa ser produzido, com que frequência, em que formato, e quais portas a rede da casa consegue abrir na largada.
Vira reconstrução de narrativa e arquitetura de marca, incluindo o que fazer com submarcas, linhas herdadas e aquisições que nunca foram integradas ao discurso.
O estudo prévio.
Quase todas as nossas relações começam do mesmo jeito: uma conversa de enquadramento, e depois um estudo preliminar sobre o seu setor ou a sua questão, entregue sem custo e sem compromisso.
Não é cortesia comercial. É demonstração de método. Quem lê um estudo prévio já sabe como pensamos, com que profundidade trabalhamos e se há afinidade suficiente para seguir. A conversa que vem depois começa muito adiante.
Toda fonte usada em nossos estudos é classificada em três níveis: consultoria de referência, fonte oficial ou estatística, e pesquisa comercial de mercado. A classificação aparece no documento. Preferimos declarar a solidez do que afirmamos a afirmar com solidez aparente.
Diga qual setor ou questão te interessa e preparamos uma leitura preliminar. É como começam quase todas as nossas relações.
Sem custo e sem compromisso. Você recebe um documento com leitura de cenário, dados com fontes classificadas e as questões que consideramos determinantes.
Não. O método parte da pergunta, não da categoria. Design, arquitetura e materiais são onde temos mais repertório acumulado, mas já trabalhamos com indústria, moda, gastronomia, hospitalidade, varejo e instituições. Se o problema exige uma solução criativa, cabe aqui.
Agência executa comunicação. Nós formulamos a direção antes de existir o que comunicar: modelo de negócio, produto, posicionamento, parceria. Não produzimos campanha nem operamos mídia, e essa separação é deliberada: quem executa tende a recomendar o que sabe executar.
Consultoria de gestão otimiza o que já existe: processo, custo, estrutura, eficiência. Nós trabalhamos no que ainda não existe. Somos contratados quando a resposta certa não é fazer melhor, e sim fazer outra coisa.
Não. Desenhamos o plano e fazemos a passagem para quem vai executar, seja time interno, agência ou fornecedor. Podemos acompanhar a execução como conselho, no formato de conselho criativo, mas o acompanhamento é extensão do trabalho e nunca o trabalho.
Estudo prévio: 2 a 3 semanas. Estudo de território: 5 a 8 semanas. Direção criativa de projeto: 10 a 16 semanas. Conselho criativo: ciclo de 12 meses. Escopos sob medida são dimensionados na proposta.
Por projeto, com escopo e entregáveis fechados em proposta, ou por ciclo, no caso do conselho criativo. O valor é apresentado depois da conversa de enquadramento, quando já sabemos o tamanho real do problema. O estudo prévio não tem custo.
Sim. É um investimento nosso na qualidade da conversa. Se houver afinidade, apresentamos uma proposta formal. Se não houver, o estudo continua sendo seu.
Os dois sócios. A direção de OFÍCIO — amano é de Marcus Yabe, cuja vocação é estratégia e criatividade, e Adriano Tadeu Barbosa entra em todo projeto com a leitura cultural e a pesquisa de campo. Especialistas são acionados por projeto quando o tema exige, sempre identificados ao cliente.
Toda relação começa com uma conversa. Conte o contexto e o desafio, e respondemos com uma leitura inicial do cenário.
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