Quem somos quando nacionalidade, região, ancestralidade, raça, língua, fé e migração se sobrepõem.
O território observa pertencimento como experiência móvel. Uma pessoa pode se sentir brasileira, caribenha, andina, indígena, afro-latina, migrante, fronteiriça ou cosmopolita ao mesmo tempo.
A questão não é definir uma essência latina, mas entender como diferentes pessoas negociam suas camadas de pertencimento.
Seis frentes estruturam a leitura contínua do território.
Quando a identidade nacional é central e quando a ideia de América Latina ganha força.
Memória familiar, povos originários, diásporas africanas, europeias, asiáticas e árabes.
Como categorias raciais variam entre países e moldam oportunidades, estética e representação.
Espanhol, português, línguas indígenas, variações locais e a linguagem como marcador de pertencimento.
Catolicismo, evangelicalismo, espiritualidades indígenas, afro-diaspóricas e novas práticas.
Novos fluxos regionais, diásporas globais, fronteiras e identidades transnacionais.
Identidade se conecta diretamente a valores, morar, beleza, cidade, consumo e futuros.